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Verbos possessivos em contextos existenciais na história do português

Processo: 06/03852-4
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado
Vigência (Início): 01 de novembro de 2006
Vigência (Término): 28 de agosto de 2007
Área do conhecimento:Linguística, Letras e Artes - Linguística - Teoria e Análise Lingüística
Pesquisador responsável:Jairo Morais Nunes
Beneficiário:Juanito Ornelas de Avelar
Instituição-sede: Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo, SP, Brasil
Assunto(s):Mudança linguística

Resumo

Seguindo a vertente de abordagens diacrônicas desenvolvida a partir da Teoria de Princípios e Parâmetros, o presente projeto focaliza a alteração de estatuto do verbo haver (de possessivo para existencial) no português antigo e a entrada do verbo possessivo ter em contextos existenciais do português brasileiro. À luz de pressupostos minimalistas (Chomsky 1995, 2000, 2001a, 2001b, 2005), o estudo visa a elaborar um quadro formal que capture a natureza desses processos, explorando a idéia de que as sentenças possessivas são universalmente geradas a partir de uma base estrutural construída em torno de um verbo copular (Freeze 1992; Kayne 1993). A hipótese preliminar da investigação é a de que ambas as mudanças têm sua gênese em alterações no domínio da estrutura copulativa, que acabaram por resultar numa reanálise dos procedimentos morfossintáticos atuantes na derivação de construções possessivas e existenciais.

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