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Compósito poliéster insaturado e bagaço de cana-de-açúcar: melhoria da adesão fibra/matriz e envelhecimento acelerado

Processo: 03/13331-3
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de março de 2004
Vigência (Término): 28 de fevereiro de 2005
Área do conhecimento:Engenharias - Engenharia de Materiais e Metalúrgica - Materiais Não-metálicos
Pesquisador responsável:Elisabete Maria Saraiva Sanchez
Beneficiário:Claudia Santos Cavani
Instituição-sede: Faculdade de Química. Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUC-CAMP). Campinas , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:00/08634-9 - Avaliação da degradação térmica e fotooxidativa de materiais poliméricos utilizados na indústria automobilística, para fins de reciclagem, AP.JP
Assunto(s):Envelhecimento   Materiais compósitos

Resumo

A possibilidade de melhoria de materiais poliméricos vem encorajando inúmeras pesquisas, com o interesse de ampliar as suas aplicações nas indústrias de construção civil, móveis e transportes. As resinas apresentam propriedades como: resistência térmica e dimensional. No entanto, sua baixa resistência à fratura toma necessário o emprego de reforços. As fibras naturais têm se tomado objeto de estudo na substituição de fibras sintéticas, elas também funcionam como reforço, trazendo diversas vantagens: são renováveis, possuem baixa densidade, diminuem o tempo de degradação destes materiais e os custos de produção. As propriedades físicas e mecânicas dos compósitos estão relacionadas com a região da interface fibra/matriz. O objetivo deste trabalho será avaliar a eficácia do tratamento químico com solução de hidróxido de sódio e silanos, ao qual as fibras serão submetidas, na melhoria das propriedades de resistência à flexão (ASTM D790), à tração (ASTM D638) e ao impacto (ASTM D256); além de avaliar a durabilidade dos materiais compósitos frente ao envelhecimento acelerado (fotooxidativo com ciclos de umidade). Serão utilizadas resina de poliéster insaturado ortoftálica contendo estireno e também resina obtida a partir da reciclagem de poli(tereftalato de etileno) comercial. A estabilidade térmica das fibras e dos compósitos será avaliada através de calorimetria diferencial de varredura e por termogravimetria. A caracterização das fibras será feita por espectroscopia no infravermelho. (AU)