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Imobilização do receptor purinérgico P2X2 em fase estacionária de co LUNA de cromatografia por afinidade

Processo: 03/05905-0
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de dezembro de 2003
Vigência (Término): 30 de novembro de 2005
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Bioquímica
Pesquisador responsável:Alexander Henning Ulrich
Beneficiário:Cleber Augusto Trujillo
Instituição-sede: Instituto de Química (IQ). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:01/08827-4 - Modulação artificial da diferenciação neuronal e função de receptores por oligonucleotídeos sintéticos atuantes aos níveis gênico e protéico, AP.JP
Assunto(s):Receptores purinérgicos

Resumo

Nucleotídeos de purina são importantes moléculas sinalizadoras que agem juntamente a outros neurotransmissores, nos processos de resposta celular. Os receptores ativados por nucleotídeos de purina são expressos na superfície celular e denominados P2, são subdivididos em P2Y metabotrópicos e P2X ionotrópicos. De modo geral, uma aplicação de ATP em células neuronais causa em P2X um influxo não seletivo para os cátions Na+, Ca2+ e K+; resultando na despolarização do potencial da membrana e em um aumento na concentração intracelular de cálcio. O receptor P2X2 é expresso principalmente no Sistema Nervoso Central e Periférico, sendo sensível ao antagonista suramina. Porém, não há nenhum agonista ou antagonista seletivo ao receptor. A seleção de ligantes específicos, o entendimento de processos fundamentais de ação da droga, além da dinâmica envolvida no mecanismo de interação intermolecular podem ser estudados através da imobilização de P2X2 em coluna de afinidade. Este estudo tem por finalidade clonar e expressar o receptor P2X2 em células eucarióticas, extrair e imobilizar o receptor funcional em fase estacionária de coluna de afinidade e a realização de ensaio de ligação por ligante específico marcado radioativamente (y32P ATP). Para trabalhos futuros, podemos usar esta metodologia para testar a ligação de toxinas e compostos isolados de bibliotecas randômicas de RNA ou DNA. (AU)