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Efeitos da inalação da fumaça de cigarro sobre o estresse oxidativo no sistema nervoso central de camundogos jovens

Processo: 07/55432-1
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de novembro de 2007
Vigência (Término): 31 de outubro de 2008
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Farmacologia - Toxicologia
Pesquisador responsável:Tania Marcourakis
Beneficiário:Wallace Luiz Moreira
Instituição-sede: Faculdade de Ciências Farmacêuticas (FCF). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo, SP, Brasil
Assunto(s):Sistema nervoso central   Estresse oxidativo

Resumo

A fumaça do cigarro contém uma mistura de mais de 4.700 substâncias químicas, muitas das quais são tóxicas e estão relacionadas à etiologia de doenças causadas pelo estresse oxidativo. O cérebro possui poucas defesas antioxidantes, além disso, é rico em lípides facilmente oxidáveis e contém alto teor de ferro e metais de transição que podem catalisar a t formação do radical hidroxila. Anbarasi e cols, 2006 avaliaram o efeito de uma exposição de dois meses em ratos adultos, Mana e cols, 2006 trabalharam com camundongos expondo-os à fumaça do cigarro por seis meses. Entretanto, pouco se sabe a respeito dos efeitos do tabaco no sistema nervoso central de camundongos jovens. Estudo piloto realizado com camundongos neonatos observou que a exposição à fumaça do cigarro no período pós-natal parece prejudicar o crescimento alveolar. Assim, nosso objetivo será avaliar se este dano pulmonar está acompanhado da produção do estresse oxidativo no sistema nervoso central de camundongos ainda em desenvolvimento. Os camundongos serão expostos à fumaça do cigarro por 2 horas diárias a partir do quinto dia de vida, por um período ininterrupto de 13 (18 dias de vida) dias. (AU)

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