| Processo: | 06/04040-3 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Iniciação Científica |
| Data de Início da vigência: | 01 de outubro de 2006 |
| Data de Término da vigência: | 31 de março de 2007 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Genética - Genética Vegetal |
| Pesquisador responsável: | Ana Lilia Alzate Marin |
| Beneficiário: | Marcelo Luís Lombardi Martinez |
| Instituição Sede: | Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Biodiversidade Conservação da biodiversidade Restauração ecológica Reflorestamento Produção de mudas Banco de sementes Repetições de microssatélites Copaifera langsdorffii Ribeirão Preto (SP) |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Copaifera Langsdorffii | Genetic Resource Conservation | Germplasm Bank | Maternity Analysis | Molecular Markers Ssr | Genética da Conservação |
Resumo A conservação da biodiversidade representa um dos maiores desafios deste final de século, em função do elevado nível de perturbações antrópicas dos ecossistemas naturais. O maior impacto da fragmentação florestal é a perda da biodiversidade regional, e quanto mais fragmentadas e perturbadas as paisagens, maiores são os desafios para essa conservação (Viana, 1995). A região de Ribeirão Preto é uma das mais devastadas do Estado de São Paulo, principalmente nas regiões próximas aos mananciais e indústrias de cana-de-açúcar, restando somente pequenas manchas de cerrado, cerradão e floresta mesófila semidecídua. O início do desmatamento na região coincide com a formação das primeiras fazendas de café do século 19 e prosseguiu com a produção de álcool e açúcar, além de carvão. Com o objetivo de produção de mudas de espécies nativas da região e a criação de um centro de referência e fomento florestal para promover a recuperação de áreas degradadas dos arredores da cidade, foi iniciado, no ano de 1997, o Projeto Floresta da USP, que está sendo povoada com espécies nativas da Mata Atlântica. Depois de totalmente formada, a floresta deve contribuir com 20% a mais no índice de arborização da cidade de Ribeirão Preto. Da área total, 30 ha correspondem à área de reflorestamento heterogêneo e 45 ao Banco de Germoplasma (BG-USP/RP), que conta com 44 espécies vegetais da Mata Estacional Semidecidual, dentre elas a Copaifera langsdorffii Desf. (óleo de copaíba). Na formação dos bancos de germoplasma, as progênies podem ser erroneamente identificadas comprometendo a sua correta procedência, característica de extrema importância, tanto comercial, para a certificação de lotes de sementes e programas de melhoramento, como ecológica, no auxílio de tomada de decisões acerca das futuras mudas que serão distribuídas para o processo de reflorestamento em diversas áreas. Assim, o presente projeto tem o objetivo de confirmar a maternidade de uma população de progênies de C. langsdorffii que está sendo conservada nesse Banco, utilizando marcadores moleculares microssatélites, considerados uma poderosa ferramenta molecular para análises de parentesco. A correta identificação das progênies de C. langsdorffii do banco garantirá efetivamente a origem das sementes, informações que aliadas a prévias de estrutura genética serão a base para futuros programas de reflorestamento junto às unidades rurais da região e do Estado, objetivo estratégico do projeto de implantação do Banco de Germoplasma. (AU) | |
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