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Variacao circadiana da rigidez arterial, sensibilidade barorreflexa e da atividae simpatica: comparacao em individuos sadios e em pacientes com a apneia obstrutiva do sono.

Processo: 08/50636-0
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de agosto de 2008
Vigência (Término): 31 de julho de 2009
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina - Clínica Médica
Pesquisador responsável:Luciano Ferreira Drager
Beneficiário:Luzia Diegues Silva
Instituição-sede: Instituto do Coração Professor Euryclides de Jesus Zerbini (INCOR). Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP (HCFMUSP). Secretaria da Saúde (São Paulo - Estado). São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Barorreflexo   Doenças cardiovasculares   Sistema nervoso simpático   Apneia do sono

Resumo

Introdução: Evidências recentes sugerem a interrupção do sono e os efeitos biológicos promovidos pela Síndrome da Apnéia Obstrutiva do Sono (SAOS) alteram o ritmo circadiano e aumentam a ocorrência de inúmeros eventos cardiovasculares, incluindo o infarto agudo do miocárdio e o acidente vascular cerebral. De fato, há evidências de que os episódios de morte súbita em pacientes com SAOS são mais freqüentes à noite, diferente do padrão circadiano verificado na população em geral, onde os episódios acontecem mais no período da manhã (entre 6 e 12 horas). No entanto, os fenômenos circadianos que estão envolvidos no aumento do risco cardiovascular na SAOS não estão claros. Métodos: Estudaremos 40 participantes com idade entre 20 e 50 anos, sendo 20 voluntários sadios e 20 pacientes com diagnóstico de síndrome da apnéia obstrutiva do sono (SAOS) moderada a grave pela polissonografia noturna (índice de apnéia e hipopnéia > 15 eventos/hora de sono). Todos assinarão o termo de consentimento livre e esclarecido. Serão excluídos os participantes com antecedentes de hipertensão arterial, tabagismo, diabetes mellitus, em uso de qualquer medicamento e pacientes com SAOS já em tratamento. Os voluntários (grupo controle) serão selecionados após avaliação clínica que incluirá a pesquisa de sonolência excessiva e o risco para a presença da SAOS, detectados por questionários validados. Posteriormente, todos os indivíduos selecionados para o grupo controle realizarão a polissonografia para a exclusão da SAOS. No dia do experimento, realizaremos quatro avaliações durante o dia (8 horas; meio-dia; 16 horas; e 20 horas) estudando em cada um dos períodos os seguintes parâmetros: temperatura oral, frequência cardíaca, pressão arterial contínua (batimento a batimento) por cerca de 10 minutos com uso do Portapres, avaliação do barorreflexo espontâneo, avaliação da atividade simpática pela análise espectral da frequência cardíaca e da pressão arterial e medida da rigidez arterial pelo cálculo da velocidade de onda de pulso carótida-femoral. (AU)