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O controle dos fluxos de energia a superfície na formação de nebulosidade: uma investigação utilizando-se medidas em torres de fluxo

Processo: 05/55011-0
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de agosto de 2005
Vigência (Término): 31 de dezembro de 2005
Área do conhecimento:Ciências Exatas e da Terra - Geociências - Meteorologia
Pesquisador responsável:Humberto Ribeiro da Rocha
Beneficiário:Sandra Isay Saad
Instituição-sede: Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas (IAG). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:02/09289-9 - Interação biosfera-atmosfera - Fase 2: cerrados e mudanças de uso da terra, AP.BTA.TEM
Assunto(s):Climatologia   Evapotranspiração   Nebulosidade   Ciclo hidrológico   Precipitação atmosférica

Resumo

A biosfera exerce influência no estado da atmosfera principalmente por meio de trocas de momentum, calor, vapor d'água (H2O). Estes fluxos são forçados pelo clima de grande escala, mas controlados localmente pelo tipo de vegetação e solo, onde atuam mecanismos biofísicos de absorção de energia e funções fisiológicas. A difusão de calor e água, em meio aos transportes mecânicos na camada limite planetária (CLP), influencia no desenvolvimento da convecção cúmulos nos trópicos, e potencialmente na precipitação. Este projeto irá investigar como o ciclo diurno de variáveis meteorológicas de superfície (temperatura potencial, 0, razão de mistura, q, temperatura potencial equivalente 0E, e o nível de pressão associado à condensação por levantamento, PLCL), e dos fluxos turbulentos (H, LE), podem se associar com a formação de nebulosidade de nuvens cúmulos, e precipitação, por meio de padrões que seriam controlados pelo tipo de vegetação e latitude. A análise será realizada com uma base de dados coletada em torres micrometeorológicas em dois locais do Brasil: No Cerrado Restrito (21º S), e na Floresta Tropical úmida da Amazônia (3º S), para circunstanciar a discussão em tomo do controle da vegetação, associada às condições climáticas da atmosfera em diferentes faixas latitudinais e, portanto sob controle de diferentes sistemas meteorológicos de meso e grande escala. O estudo já foi iniciado, contando-se com resultados iniciais que sugerem caminhos a se aprofundar. Propõem-se metas que irão discriminar os eventos em que os complexos fenômenos de acoplamento com a superfície possam ser melhor distintos. (AU)