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Avaliação da amilóide sérica A (SAA) em processos associados a implementação embrionária e efeitos sobre o citotrofoblasto humano

Processo: 08/56562-9
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado
Vigência (Início): 01 de dezembro de 2008
Vigência (Término): 30 de novembro de 2011
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Fisiologia
Pesquisador responsável:Ana Campa
Beneficiário:Silvana Sandri
Instituição-sede: Faculdade de Ciências Farmacêuticas (FCF). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Placenta   Troca materno-fetal   Implantação do embrião   Proteína amiloide A sérica   Trofoblastos   Invasão trofoblástica

Resumo

Nos últimos anos o grupo de pesquisa da Professora. Ana Campa (FCF-USP) tem reconhecido várias atividades da amilóide sérica A (SAA) sobre leucócitos humanos no que diz respeito a liberação de citosinas pró-inflamatórias, produção de espécies reativas de oxigênio e óxido nítrico (NO). Com isso houve uma contribuição na definição da SAA como um potente agente imunorregulador. Apesar dos esforços no reconhecimento das ações da SAA, há ainda muitos outros questionamentos relacionados às ações desta sobre outros tipos celulares. Recentemente, foi descrito que a SAA é expressa por células trofoblásticas entre a 10° e 12° semanas de gravidez, porém permanece desconhecido o seu papel na interface materno-fetal. Assim, com este trabalho, fruto de uma colaboração com a Professora. Esteia Bevilacqua (ICB-USP), pretendemos, em um primeiro momento, avaliar a presença da SAA em trofoblasto humano do vilo placentário durante os processos associados a implantação embrionária como a diferenciação e a invasão in vitro. Havendo a detecção da presença da SAA durante os processos acima citados é de nosso interesse silenciar o gene da SAA e monitorar os mesmos processos. Para isso, pretendemos padronizar todas as condições de silenciamento gênico da SAA na linhagem de coriocarcinoma (JAR), que mimetiza a célula trofoblástica primária e expressa SAA de forma constitutiva, para depois estender para o citotrofoblasto humano. Em um segundo momento, verificaremos os efeitos da SAA sobre o citotrofoblasto extraviloso no que se refere a proliferação, a diferenciação e invasão, expressão e atividade de metaloproteinases (MMP-2 e MMP-9), liberação de citosinas e produção NO. Além disso, avaliaremos se na ação da SAA sobre o citrofoblasto há a ativação de receptores Toll-like 2 e 4, para os quais a SAA é um dos ligantes. Portanto, com este estudo será possível avaliar a participação da SAA em processos protetores e/ou deletérios para o desenvolvimento fetal. (AU)