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Avaliação de aspectos do metabolismo nitrogenado de pacu (Piaractus mesopotamicus) em resposta ao estresse por choque frio

Processo: 07/58354-1
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de janeiro de 2008
Vigência (Término): 31 de dezembro de 2008
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Bioquímica - Metabolismo e Bioenergética
Pesquisador responsável:Gilberto Moraes
Beneficiário:Lívia Maria Gruli Barbosa
Instituição-sede: Centro de Ciências Biológicas e da Saúde (CCBS). Universidade Federal de São Carlos (UFSCAR). São Carlos , SP, Brasil
Assunto(s):Pacu   Estresse em animal

Resumo

A piscicultura brasileira tem crescido muito nos últimos anos. O seu grande enfoque está em conhecer os processos e as condições ideais de cultivo das principais espécies de interesse econômico. Dentre essas espécies está o Piaractus mesopotamicus, popularmente conhecido como pacu. Além da sua importância ecológica e social nas regiões de origem, o pacu é muito apreciado na piscicultura comercial. Entretanto, situações estressantes são encontradas em condições de cativeiro, assim como na natureza, de forma que choques de temperatura podem ocorrer, tendo como conseqüências principais a redução do crescimento, do ganho em peso, do desempenho reprodutivo e da resistência a patógenos. A fim de compensar as mudanças de temperatura e seus efeitos, algumas taxas metabólicas são ajustadas nesses organismos. Assim, o presente projeto tem por objetivo o estudo das respostas metabólicas do pacu exposto a estresse térmico frio particularmente aspectos relacionados ao metabolismo nitrogenado. Para tanto, 36 peixes, inicialmente aclimatados a 27°C, serão divididos em seis caixas, sendo que duas delas constituirão o grupo controle, outras duas o grupo controle de handling e as demais o grupo "shock". Os peixes do grupo "shock" serão transferidos dos tanques a 27°C para tanques a 17°C, permanecendo nessa situação por 2 horas, quando após serão sacrificados. O grupo controle de handling sofrerá manuseio similar, porém a transferência dos peixes será feita para tanques com água na mesma temperatura inicial (27°C), onde também permanecerão por 2 horas, quando após serão sacrificados. O grupo controle será sacrificado antes da transferência dos demais peixes (Oh) e sem sofrer nenhum manuseio ou estresse térmico. Serão coletados sangue, fígado e músculo branco para mensurações de parâmetros hematológicos (hematócrito, hemoglobina, RBC), plasmáticos (sódio, cloreto, potássio, proteína, amônia, aminoácidos livres, lactato, glicose, cortisol) e tissulares (glicogênio, ALAT, ASAT, GDH, Arginase). (AU)