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Expressão das opsinas e de genes do relógio (clock, PER1, PER3 e Bmal1) e sua modulação por a-MSH em células de teleósteos, anfíbios e mamíferos

Processo: 04/12463-6
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado
Vigência (Início): 01 de fevereiro de 2005
Vigência (Término): 31 de janeiro de 2006
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Fisiologia - Fisiologia Comparada
Pesquisador responsável:Ana Maria de Lauro Castrucci
Beneficiário:Roseli Barbosa
Instituição-sede: Instituto de Biociências (IB). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:01/02460-1 - Melanopsina: fisiologia comparativa do gene e da transdução do sinal luminoso em células pigmentares de peixes, anfíbios e mamíferos, AP.TEM
Assunto(s):Rodopsina   Xenopus laevis   Expressão gênica

Resumo

As opsinas presentes nos fotorreceptores visuais da retina são responsáveis pela fototransdução que converte sinal luminoso em sinal elétrico. A melanopsina foi inicialmente clonada em melanóforos do anfíbio Xenopus laevis e foi também encontrada em um grupo de células ganglionares da retina, que enviam a informação luminosa capturada através dessa opsína para os NSQs e que são responsáveis pelo ajuste do relógio ao ciclo de claro e escuro. O ciclo de claro e escuro ambiental sincroniza os núcleos supraquiasmáticos e todos os outros relógios circadianos periféricos. O trabalho do relógio circadiano envolve mecanismos de retroalimentação positiva e/ou negativa, envolvendo os genes Clock, Bmall, Per e Cry. Recentes descobertas mostraram que hormônios como a melatonina produzida pela glândula pineal, esteróides e vitaminas têm uma retroalimentação negativa sobre os relógios circadianos, atuando sobre os genes clock e Bmall. Tendo em vista a presença de melanopsina e de rodopsina em células pigmentares de vertebrados, prováveis relógios periféricos, e que seu mecanismo de regulação até o momento continua desconhecido, esse trabalho tem como objetivo verificar a expressão cíclica das opsinas e dos genes Perl, Per2, Per3 e Bmal1, e se a ritmicidade das opsinas depende da integridade do relógio celular. Uma outra questão a ser investigada é se a expressão de opsinas e de genes do relógio pode ser alterada por α-MSH. (AU)