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A representatividade do 1.0 modo baroclínico no Atlântico Sul

Processo: 07/51515-0
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de junho de 2007
Vigência (Término): 31 de outubro de 2007
Área do conhecimento:Ciências Exatas e da Terra - Oceanografia - Oceanografia Física
Pesquisador responsável:Paulo Simionatto Polito
Beneficiário:Wandrey de Bortoli Watanabe
Instituição-sede: Instituto Oceanográfico (IO). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Termoclina

Resumo

O oceano pode ser descrito em primeira aproximação como tendo duas camadas. A superior, menos densa, e a inferior, mais densa. Logicamente, a interface entre estas camadas é uma região com grande gradiente de densidade, a picnoclina, Uma vez que a temperatura é a propriedade de maior influência na densidade, esta região de interface também corresponde à termoclina. A variação vertical das velocidades horizontais pode, neste modelo, ser decomposta em dois modos: o barotrópico, que é verticalmente homogêneo, e o baroclínico, onde as velocidades mudam de direção na interface entre as camadas. Assumindo que o movimento ó predominantemente geostrófico, as velocidades horizontais estão associadas às inclinações das isóbaras. No modelo de duas camadas, a inclinação da interface ar-mar é relacionada por conservação de massa à inclinação da interface entre as camadas internas do oceano. A amplitude do movimento na superfície é aproximadamente três ordens de grandeza menor que a amplitude do movimento na interface interna. Portanto, pequenos movimentos observados pelo altímetro na superfície revelam grandes movimentos na termoclina. O trabalho propõe comparar estas variações, quantificando a influência do primeiro modo baroclínico no Atlântico Sul. A fonte de dados altimétricos será do conjunto de dados dos satélites TOPEX e Jason-1 e a fonte de dados in situ será o projeto Argo. (AU)