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Solução de carvão ativado e corante vital para biópsia de linfonodo sentinela em ratos

Processo: 06/50964-2
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de maio de 2006
Vigência (Término): 29 de fevereiro de 2008
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina - Cirurgia
Pesquisador responsável:Renato Santos de Oliveira Filho
Beneficiário:Rodney Junqueira Pereira
Instituição-sede: Escola Paulista de Medicina (EPM). Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Campus São Paulo. São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Linfonodo sentinela   Linfocintilografia   Melanoma   Carvão ativado

Resumo

A biópsia de linfonodo sentinela (BLS) surgiu no final do século XX como um procedimento para detectar micrometástases em linfonodos da cadeia de drenagem. Se o linfonodo sentinela (LS) estiver com micrometástases o paciente é submetido à linfadenectomia completa. Se estiver normal, não é realizada a linfadenectomia. A BLS está incluída no estadiamento do melanoma e do câncer de mama pela American Joint Comittee on Cancer Staging System desde 2002. Embora o conceito tenha sido proposto anteriormente, a técnica de mapeamento linfático para BLS do melanoma foi descrita por Morton et ai, e compreende a linfocintilogafia pré-operatória. Tal procedimento permite a identificação da base ou bases linfáticas de drenagem. O mapeamento linfático com corante vital (Azul Patente V) mimetiza anatômica e funcionalmente o caminho linfático que a célula neoplásica poderia ter seguido a partir da lesão primária, e cora o LS permitindo sua identificação. Um estudo experimental anterior, referido no projeto, sugeriu que o carvão ativado (CA) tem uma retenção mais prolongada no LS do que os corantes vitais e permite fácil visualização no Intra-operatório e no estudo histológico. Como o CA promove uma tatuagem permanente no sítio de injeção, seria muito interessante encontrarmos uma solução de corante vital com o mínimo de CA que pudesse marcar o LS (permitindo identificação pelo patologista), e que fosse totalmente removido pela exérese ou ampliação de margens do tumor, local de sua injeção. Dessa forma, estamos propondo inicialmente uma solução de Azul Patente V e CA nas concentrações de 3%, 1 % e 0,5% para o estudo em ratas. (AU)

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