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Efeito do parasitismo por Cotesia flavipes (Hymenoptera, Braconidae) nos ovários de larvas de Diatraea saccharalis (Lepidoptera, Crambidae) estudo citoquímico e ultraestrutural

Processo: 07/53961-7
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de agosto de 2007
Vigência (Término): 31 de janeiro de 2009
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Morfologia
Pesquisador responsável:Daniela Carvalho dos Santos
Beneficiário:Adriana Lucatelli
Instituição-sede: Instituto de Biociências (IBB). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Botucatu. Botucatu , SP, Brasil
Assunto(s):Ovário   Ultraestrutura   Citoquímica   Morte celular   Parasitismo

Resumo

Apesar do uso bem sucedido do endoparasitóide larval Cotesia flavipes, para o controle biológico de Diatraea saccharalis, inseto praga que afeta o cultivo e aproveitamento industrial da cana-de-açúcar, pouco se sabe acerca dos mecanismos dessa interação hospedeiro-parasitóide que garantem o seu sucesso. A eficiência dos processos de regulação empregados para assegurar o parasitismo desperta o interesse de dentistas a décadas, que buscam identificar os mecanismos de regulação como alternativas para o aprimoramento de medidas de controle de insetos. Nesse sentido, vários são os estudos que concentram esforços para a identificação de vias metabólicas e celulares ligadas à inibição do sistema imunológico do hospedeiro. Porém, poucos são os trabalhos destinados a verificar o efeito do parasitismo em órgãos reprodutores do hospedeiro, apesar do efeito nocivo que o parasitóide causa na atividade desses órgãos em alguns insetos. Desta forma, a compreensão das alterações histopatológicas dos ovários de insetos parasitados, são fundamentais na busca de processos metabólicos que levem ao desenvolvimento de novas estratégias no combate aos insetos-praga. Assim, esse trabalho tem por objetivos identificar e caracterizar as alterações morfo-funcionais das células do germário, com ênfase para o processo de morte celular programada, de larvas de D. saccharalis no parasitismo inicial (três dias) e tardio (nove dias), através da microscopia de luz (citoquímica) e microscopia eletrônica de transmissão. (AU)

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