| Processo: | 05/02625-1 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Iniciação Científica |
| Data de Início da vigência: | 01 de novembro de 2005 |
| Data de Término da vigência: | 31 de outubro de 2006 |
| Área de conhecimento: | Ciências da Saúde - Fisioterapia e Terapia Ocupacional |
| Pesquisador responsável: | Sílvia Maria Amado João |
| Beneficiário: | Ana Lúcia Frangiotti Conte |
| Instituição Sede: | Faculdade de Medicina (FM). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Mulheres Ombro Fisioterapia |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Fisioterapia | Mulheres | Ombro | Fisioterapia |
Resumo A mensuração da amplitude de movimento através da goniometria é um método amplamente utilizado na prática clínica por diversos profissionais da saúde, incluindo fisioterapeutas. Na literatura diversos estudos acessaram essa medida na articulação do ombro, confirmando sua confiabilidade. Uma questão conflitante, entretanto, é se existe influência da dominância na amplitude de movimento dessa articulação, especialmente em indivíduos não atletas. Isso porque os estudos que envolvem atletas profissionais - praticantes de atividades que envolvem o uso preferencial de uma extremidade superior, como tênis, basquete, vôlei, beisebol e handebol – são amplos e conclusivos. O objetivo deste estudo é, portanto, determinar se a dominância influencia a amplitude de movimento passiva do ombro de mulheres adultas, não atletas. Isso faz-se necessário devido às freqüentes comparações entre os membros superiores na prática clínica, onde geralmente se considera o ombro contralateral um parâmetro adequado para avaliar a amplitude do comprometido, como fator determinante na escolha do tratamento e na avaliação da efetividade deste. Portanto o conhecimento do padrão de amplitude bilateral do ombro é essencial para ajudar o fisioterapeuta em suas decisões clínicas como diagnosticar restrições e objetivar valores de amplitude nos programas de reabilitação neste complexo articular.Serão mensuradas, através da goniometria, as amplitudes passivas de ambos os ombros de cinqüenta sujeitos, duas vezes cada um, em um intervalo de uma semana, sempre pelo mesmo examinador. Serão utilizados testes qui-quadrados e, para a análise descritiva a média, mediana, moda, desvio padrão e primeiro e terceiro quartis. O nível de significância será estabelecido em p<0,05. Os resultados serão analisados e a confiabilidade será determinada através do Índice de Correlação Intraclasse (ICC) e pela porcentagem de concordância entre as duas avaliações. | |
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