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Os efeitos do trabalho infantil sobre a saúde dos adultos

Processo: 07/00697-0
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado
Vigência (Início): 01 de junho de 2007
Vigência (Término): 31 de outubro de 2007
Área do conhecimento:Ciências Sociais Aplicadas - Economia - Métodos Quantitativos em Economia
Pesquisador responsável:André Portela Fernandes de Souza
Beneficiário:Marislei Nishijima
Instituição-sede: Escola de Economia de São Paulo (EESP). Fundação Getúlio Vargas (FGV). São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Saúde do adulto   Trabalho infantil

Resumo

Esta pesquisa pretende determinar se os brasileiros que trabalham enquanto são crianças sofrem efeitos adversos em sua saúde, quando adultos, em decorrência do início prematuro das atividades no mercado de trabalho. Além disso, pretende verificar se as atividades (ocupações) distintas, e se a entrada no mercado de trabalho em diferentes fases da infância-juventude, tem impactos diferenciados sobre a saúde dos seus participantes. A importância deste estudo empírico para o Brasil decorre: do fato de dois terços da população adulta ter começado a trabalhar antes dos 14 anos de idade (inclusive); e do baixo grau de conhecimento dos efeitos do trabalho infantil sobre a saúde dos adultos, impedindo um melhor desenho de políticas para crianças e jovens, ainda que exista a crença generalizada de seus efeitos maléficos sobre a saúde. Os dados usados serão os da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios – PNAD, realizada pelo IBGE, referentes aos anos de 1998 e 2003, que contemplam pesquisa suplementar sobre saúde, e 1996 que possui informação sobre a escolaridade dos pais dos chefes de família. Para verificar se existe relação de causalidade entre trabalho infantil e estado de saúde dos adultos participantes serão estimados modelos de variáveis instrumentais, usando a oferta de escolas como instrumento do trabalho infantil. Esta estratégia têm por objetivo resolver o problema potencial de endogeneidade do modelo, que decorre da omissão de variáveis relevantes não observáveis, que afetam tanto a saúde dos adultos como a decisão de trabalho infantil, como por exemplo, características genéticas associadas às doenças hereditárias e as preferências familiares. (AU)

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