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Avaliação de um possível sinergismo entre vias de reparo de DNA na sensibilidade celular a cisplatina

Processo: 08/08686-0
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de outubro de 2008
Vigência (Término): 30 de junho de 2009
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Genética - Mutagênese
Pesquisador responsável:Carlos Frederico Martins Menck
Beneficiário:Luís Guilherme Puttini Polo
Instituição-sede: Instituto de Ciências Biomédicas (ICB). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:03/13255-5 - Genes de reparo de DNA: análise funcional e evolução, AP.TEM
Assunto(s):Dano ao DNA   Reparo do DNA   Citotoxicidade   Cisplatino

Resumo

Os compostos quimioterápicos podem causar diferentes tipos de lesões ou adutos na molécula de DNA, tais como a adição de grupamentos alquil nas bases nitrogenadas, formação de ligações entre e intra (crosslinks), quebras na molécula de DNA, dentre outras (Hurley, 2002). A resposta celular a esses agravos compreende diferentes processos biológicos como a parada de ciclo celular, tolerância à lesão, reparo da lesão ou indução de apoptose, o que parece depender do tipo de agravo e/ou do tipo celular, embora tal mecanismo ainda não tenha sido totalmente compreendido (Sancar et al., 2004). O reparo das lesões na molécula de DNA garante a integridade da informação genética da célula. Assim, não é surpreendente que existam diferentes vias celulares de reparo de DNA compostas por uma gama de proteínas sensoras e efetoras ativadas especificamente de acordo com o tipo de lesão e/ou fase do ciclo celular. De fato, estudos em linhagens celulares derivadas de indivíduos portadores de mutações em genes de reparo revelaram que essas células apresentam maior sensibilidade a diferentes drogas genotóxicas (revisado em Madhusudan & Hickson, 2005). Inúmeras evidências indicam que uma diminuição nos níveis de proteínas relacionadas ao reparo de DNA sensibiliza diferentes tipos celulares a variados compostos como drogas alquilantes, corroborando a noção de que alterações relacionadas ao reparo de DNA são importantes na aquisição de um fenótipo de quimiorresistência. Desse modo, o objetivo do presente projeto é avaliar a participação de diferentes vias de reparo e um possível sinergismo entre elas na resposta aos danos causados pelo agente quimioterápico cisplatina.