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Efeito da modulacao da expressao de atr e poln em respostas celulares induzidas por uvb.

Processo: 07/51066-0
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de julho de 2007
Vigência (Término): 30 de junho de 2009
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Bioquímica - Biologia Molecular
Pesquisador responsável:Carlos Frederico Martins Menck
Beneficiário:Leonardo Carmo de Andrade Lima
Instituição-sede: Instituto de Ciências Biomédicas (ICB). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:03/13255-5 - Genes de reparo de DNA: análise funcional e evolução, AP.TEM
Assunto(s):Reparo do DNA   RNA interferente pequeno

Resumo

Com o potencial que a luz ultravioleta tem em lesionar o DNA nos seres vivos, foram selecionados evolutivamente mecanismos celulares, como reparo e tolerância a danos no DNA, além de maquinarias de checagem que coordenam a progressão do ciclo celular e mantém a estabilidade e manutenção do material genético. A proteína ATR possui papel central e coordena essa sinalização de checagem de danos no DNA, sendo ativada, por simples quebras e forquilhas de replicação bloqueadas, eventos comumente encontrados após UV, o que resulta em atraso ou parada do ciclo celular possibilitando tempo para reparo adequado desses danos. Para esse reparo, a via mais flexível e versátil é o reparo por excisão de nucleotídeos (NER), o qual reconhece lesões que promovem distorções na dupla hélice do DNA. Outro mecanismo que a célula utiliza em conjunto ao reparo é a tolerância aos danos, através de DNA polímerases, que conseguem ultrapassar as lesões devido a sítios catalíticos mais abertos acomodando grandes lesões, fazendo a síntese translesão (TLS). Com destaque para polη a qual é expressa pelo gene XPV. Desta forma, pretendemos neste projeto empregar o mecanismo de RNAi para induzir o silenciamento dos genes ATR e XPV, com vista a obter informações de como células humanas, principalmente aquelas com deficiência em NER, se comportam após irradiação UVB. Para isso, utilizaremos ensaios de sobrevivência e de citometria de fluxo para investigar a sensibilidade dessas células. (AU)