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Isolamento de células progenitoras endoteliais de medula óssea de camundongo e análise da diferenciação destas células em diferentes meios de cultura na presença e ausência de dermatan sulfato.

Processo: 09/07958-0
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de julho de 2009
Vigência (Término): 30 de junho de 2011
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Morfologia - Citologia e Biologia Celular
Pesquisador responsável:Cristina Pontes Vicente
Beneficiário:Patricia da Silva Dias
Instituição-sede: Instituto de Biologia (IB). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil
Assunto(s):Cultura de células   Células progenitoras endoteliais   Diferenciação celular   Proliferação celular   Terapia baseada em transplante de células e tecidos   Dermatan sulfato

Resumo

As células progenitoras endoteliais (CPE) foram identificadas pela primeira vez em 1997 por Asahara et al., e são derivadas da medula óssea a partir dos hemangioblastos, elas apresentam alta clonagem e potencial proliferativo em cultura celular, sendo consideradas a principal fonte celular para a formação de novos vasos sanguíneos na vida adulta. Experimentos in vivo mostram que a transfusão destas células pode melhorar a vascularização e reendotelização em camundongos e ratos com membros isquêmicos diminuindo a formação da neointima. Ainda não se sabe quais fatores propiciam a migração, adesão e diferenciação dessas células para o local de lesão. Alguns dados sugerem que o dermatan sulfato pode ser o principal agente responsável pela migração dessas células. Este encontra-se presente na parede do vaso sanguíneo, principalmente na camada adventícia do vaso e interage com o cofator de heparina II (HCII) após injúria do endotélio, sendo considerado o principal glicosaminoglicano liberado em lesões de pele e o único capaz de ativar a expressão de I-CAM na superfície das células endoteliais in vitro, aumentando os níveis circulantes destas moléculas in vivo. Este trabalho se propõe e a isolar e caracterizar células progenitoras endoteliais in vitro, analisar sua proliferação e diferenciação em diferentes meios de cultura contendo ou não diferentes concentrações de dermatan sulfato. Estabelecendo uma cultura celular capaz de ser utilizada em processos de terapia celular. (AU)