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Quantificação de células progenitoras endoteliais no sangue periférico de camundongos antes e após injúria arterial em animais exercitados ou não.

Processo: 08/09568-1
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de fevereiro de 2009
Vigência (Término): 31 de janeiro de 2011
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Morfologia - Citologia e Biologia Celular
Pesquisador responsável:Cristina Pontes Vicente
Beneficiário:Daniel Bueno Block
Instituição-sede: Instituto de Biologia (IB). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil

Resumo

As células progenitoras endoteliais (CPEs) originam-se da medula óssea e podem ser isoladas através do sangue periférico ou do cordão umbilical. Estas células são pouco diferenciadas, podendo formar novos vasos ou auxiliar no reparo de vasos lesionados. Estas células têm um importante papel na neovascularização de tecidos que sofreram isquemia, pois são capazes de promover a re-endotelização após a injúria vascular e a redução a formação de neo-intima após lesão do endotélio. Contudo vários fatores contribuem para o aumento ou redução do número de células progenitoras endoteliais (CPE) no organismo. Estudos comprovaram que lesões no endotélio vascular, como o infarto do miocárdio, levam a um aumento das células progenitoras endoteliais e que exercícios fiscos também podem aumentar o numero destas células circulantes e que doenças como a aterosclerose, diabetes e hipertensão arterial, obesidade, tabagismo podem diminuir o número destas células no sangue periférico, diminuindo a capacidade de recuperação do endotélio após a lesão. A técnica de citometria de fluxo é uma técnica de vasta aplicação em estudos celulares, seja na hematologia, oncologia, e imunologia. Esta técnica é utilizada para quantificar, examinar e classificar células, medir viabilidade e separar células e extrapolar estes resultados para diagnosticar patologias que possam estar acometendo o organismo. Em nosso trabalho, aplicaremos esta técnica para identificar e quantificar o número de células progenitoras endoteliais (CPE) no sangue periférico em camundongos normais e camundongos com aterosclerose submetidos ou não a lesão arterial e ao exercício. Para isso utilizaremos o sangue periférico de seis grupos de camundongos: grupo 1- animal c56bl6 Selvagem ; grupo 2- C 57bl6 Selvagem com lesão arterial; grupo 3- apo E -/- alimentado com dieta específica (descrita em materiais e métodos para o desenvolvimento da aterosclerose; grupo 4- apo E -/- alimentado com dieta específica e com lesão arterial, grupo 5 camundongos normal com lesão arterial e exercício físico e camundongos grupo 6 camundongos apo E com lesão arterial e exercício. (AU)