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Interação dipolar em nanopartículas de Fe e Ni

Processo: 09/53403-0
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado
Vigência (Início): 01 de janeiro de 2010
Vigência (Término): 31 de dezembro de 2012
Área do conhecimento:Ciências Exatas e da Terra - Física - Física da Matéria Condensada
Pesquisador responsável:Renato de Figueiredo Jardim
Beneficiário:Sueli Hatsumi Masunaga
Instituição-sede: Instituto de Física (IF). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:05/53241-9 - Estudo de fenômenos intergranulares em materiais cerâmicos, AP.TEM
Assunto(s):Filmes finos   Nanopartículas magnéticas   Nanocompósitos   Superparamagnetismo

Resumo

Nanopartículas de Fe Ni imersas e estabilizados em uma matriz isolante e amorfa, composta de SiO2 e C serão obtidas a. partir de precursores poliméricos, pelo método do sol-gel modificado. Além do baixo custo, as rotas de soluções químicas permitem o controle de tamanho de partículas, distribuição de tamanhos e morfologia. O objetivo é produzir várias amostras com concentrações diferentes do elemento metálico, porém com a mesma morfologia e mesma distribuição de tamanhos. Desta forma, sendo os efeitos de tamanho e de forma das partículas aproximadamente o mesmo para todas as amostras, será possível estudar sistematicamente o efeito crescente da importância da interação dipolar em amostras contendo Fe e de Ni, protótipos de materiais ferromagnéticos. Além dessas características, as nanopartículas não devem coalescer e a matriz que as abriga deve ser isolante e amorfa pois outros tipos de interações que possam influenciar o sistema são evitados. As amostras serão caracterizadas via técnicas corriqueiras como difração de raios-X, com o objetivo de avaliar as fases presentes, e microscopia eletrônica de transmissão, no sentido de determinar a morfologia, tamanho e distribuição de tamanhos das nanopartículas. O efeito da interação dipolar entre as nanopartículas magnéticas será investigado via medidas de magnetização e susceptibilidade magnética ac como função da temperatura, do campo magnético aplicado e da freqüência de oscilação do campo ac. A combinação dessas caracterizações, analisadas da maneira descrita no projeto, será suficiente para um melhor entendimento do efeito das interações dipolares em um sistema real de nanopartículas. (AU)

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