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Avaliação da sensibilidade em profundidade da espectroscopia de fluorencia na detecção de um agente fotossensibilizador

Processo: 03/14157-7
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de abril de 2004
Vigência (Término): 31 de outubro de 2004
Área do conhecimento:Ciências Exatas e da Terra - Física - Física da Matéria Condensada
Pesquisador responsável:Vanderlei Salvador Bagnato
Beneficiário:Priscila Deolinda Segantini Lucato
Instituição-sede: Instituto de Física de São Carlos (IFSC). Universidade de São Paulo (USP). São Carlos , SP, Brasil
Assunto(s):Técnicas e procedimentos diagnósticos   Espectroscopia   Fluorescência   Modelos animais   Fármacos fotossensibilizantes   Porfirinas

Resumo

A espectroscopia de fluorescência é um método convencionalmente empregado no estudo de materiais para a determinação de compostos em função de bandas de emissão características. O mesmo princípio pode ser utilizado para a determinação da presença de fotossensibilizadores fluorescentes em tecidos biológicos, que podem ser úteis no diagnóstico e também no tratamento de lesões neoplásicas. Atualmente os agentes mais comuns são os derivados de hematoporfirina e o ácido aminolevulínico, que emitem uma banda ao redor de 630 nm quando fotoexcitados. As porfirinas têm uma seletividade de concentração em células neoplásicas, propriedade que pode ser utilizada para a diferenciação de tecidos normais e alterados. No entanto, apesar da espectroscopia de fluorescência vem se mostrando eficiente para a detecção de tensões superficiais, dúvidas permanecem a respeito da sensibilidade da técnica em lesões que ocorrem em profundidade. O estudo visa a avaliação da eficiência da técnica na detecção de um derivado de hematoporfirina em tecidos biológicos variando a espessura de tecido fotossensibilizado na interface sonda de detecção e tecido alvo. O sistema utilizado será uma fonte laser de excitação em 532nm (Nd:YAG dobrado), ponta de detecção, um monocromador e um computador. Os tecidos a serem avaliados em ratos Wistar serão pelo e mucosa de diversos sítios bucais. A interface será obtida através da sobreposição de tecidos similares não fotossensilizados. (AU)