| Processo: | 08/01849-1 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Iniciação Científica |
| Data de Início da vigência: | 01 de agosto de 2008 |
| Data de Término da vigência: | 31 de julho de 2009 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Botânica - Fisiologia Vegetal |
| Pesquisador responsável: | Marcos Silveira Buckeridge |
| Beneficiário: | Leonardo Hamachi |
| Instituição Sede: | Instituto de Biociências (IB). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Dióxido de carbono Aquecimento global Plantas tropicais |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Dióxido de carbono | estômatos | folha | índice estomático | Mudanças Climáticas | Temperatura | Fisiologia e Anatomia de Plantas em alto CO2 |
Resumo Os efeitos do aumento da concentração de dióxido de carbono na atmosfera terrestre resultante da ação antrópica começaram a preocupar cientistas desde a primeira metade do século XX. Hoje se sabe que esse gás é o principal causador do aquecimento global, o que confere ao ser humano a maior responsabilidade sobre tal fenômeno. O problema já é reconhecido mundialmente e envolve ameaças à espécie humana e à biodiversidade. As plantas, destacando-se as que constituem as florestas tropicais, possuem papéis importantes nesse quadro, o de maiores sequestradoras vivas de carbono, através da fotossíntese, e o de maiores reguladoras do ciclo do CO2 e da água do planeta. Diversos estudos foram feitos envolvendo os efeitos de altas concentrações de CO2 em vegetais, mas a grande maioria deles utilizou plantas de regiões temperadas. Nesse contexto, estudos que envolvam as respostas das plantas tropicais às mudanças climáticas são fundamentais para aumentar o conhecimento sobre diversos aspectos como a fisiologia, a bioquímica, a anatomia, dentre outros e possibilitar a tomada de medidas voltadas à mitigação dos riscos decorrentes do aumento do CO2 atmosférico. Este projeto visa o estudo dos efeitos de altas concentrações desse gás, associadas aos aumentos na temperatura, em três espécies nativas da Mata Atlântica, de três estágios sucessionais diferentes: uma pioneira, Sesbania virgata (Cav.) Pers., uma secundária inicial, Schizolobium parahyba (Vell.), e uma secundária tardia, Hymenaea courbari L., a fim de entender melhor as respostas dessas espécies e dos diferentes estágios sucessionais a essa condição ambiental, tendo como foco a área foliar, a espessura das epidermes e dos parênquimas foliares e o índice estomático. | |
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