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Resistência de união em restaurações de compósito após simulação de mastigação: Influência da elasticidade dos forradores resinosos.

Processo: 10/05357-6
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de outubro de 2010
Vigência (Término): 30 de setembro de 2011
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Odontologia - Materiais Odontológicos
Pesquisador responsável:Roberta Caroline Bruschi Alonso
Beneficiário:Daniel de Souza Pereira
Instituição-sede: Faculdade de Odontologia de Piracicaba (FOP). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Piracicaba , SP, Brasil
Assunto(s):Restauração dentária

Resumo

Forradores resinosos com baixo módulo de elasticidade quando aplicados sob restaurações de compósito podem reduzir os efeitos deletérios da contração de polimerização na interface de união do material restaurador com a estrutura dental devido às suas propriedades relativamente elásticas. Entretanto, devido às suas propriedades mecânicas inferiores podem reduzir a resistência da restauração a tensões mecânicas, como a mastigação. Diante desta possibilidade de efeitos antagônicos, este estudo tem como objetivo avaliar a resistência de união de restaurações de compósito confeccionadas com diferentes forradores resinosos, submetidas ou não a degradação termo-mecânica, através do teste push out. Para tanto, 80 incisivos bovinos serão selecionados e desgastados vestibular e lingualmente até a obtenção de um bloco de dentina com 2 mm de espessura. Na região central deste bloco será confeccionada uma cavidade conica será com auxílio da ponta diamantada #3131, acoplada em canete de alta rotação em máquina padronizadora de preparos. Os dentes serão distribuídos em 8 grupos (n=10), segundo o o forrador resinoso (1 - controle - nenhum forramento; 2 - forramento com 3 camadas de resina hidrofoba (bond) do sistema de união Scotchbond Multi Purpose; 3 - Forramento com Fluoroshield; 4 - Forramento com Filtek Z350 flow) e protocolo de degradação (controle - nenhuma degradação; ciclagem termo-mecânica com 500 ciclos termicos e 100.000 ciclos mecânicos realizados simultaneamente em maquina de ciclagem termo-mecânica Erios). Em todas as cavidades o procedimento restaurador será padronizado: o sistema de união Single Bond 2 será aplicado de acordo com as intruções do fabricante e o compósito P60 será inserido em incremento único, o forramento será realizado de acordo com o grupo. Vinte e quatro horas após o procedimento restaurador, as restaurações serão submetidas a acabamento e polimento com lixas d'água de granulação decrescente (#600 e 1200) em politriz auntomática e pastas diamantadas em discos de feltro. As amostras serão então submetidas ao protocolo de degradação segundo o grupo a que pertencem. Após os protocolos de degradação, a resistencia de união será determinada em máquina de ensaios universal Instron, com carregamento compressivo com velocidade de 0,5 mm/min até o deslocamento da restauração. Os valores obtidos em N serão convertidos em MPa, considerando a aárea de união. Se houver distribuição normal e homogeneiade de variância, os dados serão submetidos a análise de variância e teste de Tukey, com 5% de significância. Caso contrário, serão submetidos ao teste não-paramétrico de kruskal Wallis.