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Obtenção de mutante não patogênico de Colletotrichum lindemuthianum e seu uso na proteção cruzada do feijoeiro (Phaseolus Vulgaris L.) contra patógenos: estudos morfológicos e moleculares da interação..

Processo: 96/11825-3
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado
Vigência (Início): 01 de março de 1997
Vigência (Término): 28 de fevereiro de 1999
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Genética - Genética Molecular e de Microorganismos
Pesquisador responsável:Cláudia de Mattos Bellato
Beneficiário:Cláudia de Mattos Bellato
Instituição-sede: Centro de Energia Nuclear na Agricultura (CENA). Universidade de São Paulo (USP). Piracicaba , SP, Brasil
Assunto(s):Antracnose   Proteção cruzada   Controle biológico

Resumo

Phaseolus vulgaris L. é cultivado em todo território brasileiro, tanto como cultura de subsistência como para comercialização. Mesmo com uma produção teoricamente alta, e destacando-se como o maior produtor mundial, o Brasil ainda não produz o suficiente para o abastecimento interno. Uma das maiores causas para tal fato é que o feijoeiro é uma planta sujeita a um grande número de doenças. Dentre essas está à antracnose, a qual é causada pelo fungo CoUetotrichum lindemuthianum. Esta doença chega a ser devastadora e apresenta difícil controle, mesmo através do uso de cultivares resistentes. Isto porque tanto a especialização fisiológica do C. lindemuthianum e a heterogeneidade da reação das cultivares de feijão às diferentes raças do fungo dificultam o emprego desse método. Nos propomos neste projeto o controle biológico da antracnose através da obtenção de um mutante não patogênico endolítico derivado do tipo selvagem C. lindemuthianum. Utilizando este mutante como agente no controle biológico, temos como hipótese que o hospedeiro vai adquirir uma resistência sistêmica (SAR), a qual irá conferir uma proteção cruzada, isto é, resistência ao tipo selvagem, C. lindemuthianum, e também a outros patógenos do feijão simultaneamente. (AU)