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Elipse nominal e verbal na aquisição: condições de licenciamento sintático e integração discursiva

Processo: 09/51808-2
Linha de fomento:Bolsas no Exterior - Pesquisa
Vigência (Início): 14 de dezembro de 2009
Vigência (Término): 13 de maio de 2010
Área do conhecimento:Linguística, Letras e Artes - Linguística - Teoria e Análise Lingüística
Pesquisador responsável:Ruth Elisabeth Vasconcellos Lopes
Beneficiário:Ruth Elisabeth Vasconcellos Lopes
Anfitrião: Thomas Roeper
Instituição-sede: Instituto de Estudos da Linguagem (IEL). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil
Local de pesquisa : University of Massachusetts, Amherst (UMass Amherst), Estados Unidos  

Resumo

Nosso objetivo neste projeto é verificar como se dá o processo de aquisição e desenvolvimento de elipses, restringindo-nos a casos de elipse nominal e de VP no português brasileiro. Esse fenômeno é de extremo interesse para a aquisição da linguagem, já que envolve a recuperação de um antecedente para sua interpretação. Nesse sentido, as elipses precisam ser licenciadas sintaticamente, mas envolvem necessariamente também a interface com o discurso, normalmente tida como de aquisição mais tardia. Partimos da hipótese de que elipses nominais (objetos nulos anafóricos, neste caso) e as elipses de VP no português brasileiro são licenciadas pela categoria aspectual da sentença. Portanto, não se deve observar um comportamento adulto na gramática infantil até que os traços relevantes da categoria aspectual sejam adquiridos. Pretendemos, também, verificar se a criança é capaz de recuperar o antecedente elidido, quando submetida a testes de compreensão. Chegar a um padrão de desenvolvimento desses fenômenos pode contribuir para um maior entendimento sobre fenômenos de interface, no caso, da interface sintaxe-discurso, especialmente através da comparação entre fenômenos do PB e do inglês. (AU)