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Desenvolvimento e comprovação técnica do processo de refinação eletrolítica de sucata de alumínio em banho de cloretos fundidos

Processo: 96/01399-7
Linha de fomento:Bolsas no Exterior - Pesquisa
Vigência (Início): 01 de agosto de 1996
Vigência (Término): 30 de setembro de 1997
Área do conhecimento:Engenharias - Engenharia Química
Pesquisador responsável:Marcelo Linardi
Beneficiário:Marcelo Linardi
Anfitrião: Hartmut Wendt
Instituição-sede: Instituto de Estudos Avançados (IEAv). Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial (DCTA). Ministério da Defesa (Brasil). São José dos Campos , SP, Brasil
Local de pesquisa : Technische Universität Darmstadt (TU Darmstadt), Alemanha  
Assunto(s):Eletroquímica   Alumínio   Processos químicos   Reciclagem

Resumo

O objetivo do presente projeto de pesquisa compreende o desenvolvimento tecnológico básico do processo de refino eletroquímico de sucatas de Alumínio (com até 12% em massa de ligantes como Cu, Si, Fe e Mn) em Alumínio de qualidade primária (> 99,8% em massa de Alumínio), obtendo-se um consumo energético menor que 4 kWh/kg Al, e utilizando-se como eletrólito uma mistura de cloretos fundidos. Somente eletrólitos a base de cloretos, por exemplo, LiCl/NaCl ou LiCl/KCl ou ainda NaCl/KCl com 15% molar de AlCl3, oferecem a possibilidade de se utilizar diafragmas porosos sinterizados de Corundun. Ao contrário do caso do uso de fluoretos, este material dissolve-se em concentrações insignificantes em cloretos fundidos. Como uma das metas a ser alcançada é o consumo mínimo de energia, planeja-se a construção de células eletrolíticas, que possibilitam o fluxo do eletrólito paralelo à área superficial do diafragma, apresentando uma baixa resistência elétrica de célula (0,5 Ω/cm2). O desenvolvimento desta tecnologia inclui ainda o estudo de um processo de reciclagem para o eletrólito, onde AlCl3 é trocado por MgCl2 e, posteriormente, é separado o Mg. A reciclagem do eletrólito deverá ser efetuada eletroquimicamente, por separação catódica de uma liga Mg/Al com concomitante dissolução anódica de Al. Atualmente processa-se o eletrólito via úmida por separação com MgO e recuperação do sal alcalino. (AU)