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Uso de geotecnologias na análise das mudanças climáticas nas metrópoles: o exemplo de São Paulo e Lisboa

Processo: 07/00974-4
Linha de fomento:Bolsas no Exterior - Pesquisa
Vigência (Início): 06 de janeiro de 2008
Vigência (Término): 05 de junho de 2008
Área do conhecimento:Ciências Humanas - Geografia - Geografia Humana
Pesquisador responsável:Magda Adelaide Lombardo
Beneficiário:Magda Adelaide Lombardo
Anfitrião: Maria João Alcoforado
Instituição-sede: Instituto de Geociências e Ciências Exatas (IGCE). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Rio Claro. Rio Claro , SP, Brasil
Local de pesquisa : Universidade de Lisboa, Portugal  
Assunto(s):Qualidade ambiental   Qualidade de vida   Uso do solo   Geotecnologias   Sensoriamento remoto   Geoprocessamento   Mudança climática   São Paulo   Lisboa

Resumo

Em um espaço intensamente urbano e ocupado sem planejamento proliferam problemas de toda ordem que comprometem profundamente a qualidade ambiental e de vida da população. A estes fatores acrescenta-se a falta de planejamento na ocupação do solo, o que induz a população a se estabelecer em áreas de risco ambiental, resultando em processos de desmatamento, degradação dos recursos hídricos e poluição atmosférica. A análise e diagnóstico da Região Metropolitana de São Paulo (RMSP) e Região Metropolitana de Lisboa será delineada com base no conhecimento intermultidisciplinar com a utilização do geoprocessamento e sensoriamento remoto. A análise envolve a descrição quantitativa e qualitativa dos diversos eixos temáticos (vegetação, recursos hídricos, uso e ocupação do solo e clima) visando o estudo das mudanças climáticas e sua relação com a qualidade ambiental. Um banco de dados de atributos espaciais será gerado integrando as técnicas de geoprocessamento através do uso de imagens de satélite. O eixo temático mudanças climáticas contemplará o uso de séries temporais de imagens do TM e ETM+/LANDSAT no infravermelho termal para a identificação da configuração das ilhas de calor. A análise de dióxido de carbono será realizada com a distribuição espacial da intensidade de tráfego urbano de São Paulo e Lisboa, bem como através de dados das Instituições de Meio Ambiente. Os dados resultantes podem contribuir para subsidiar as políticas públicas locais. (AU)