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O complexo máfico-ultramáfico de Niquelândia: estratigrafia e geoquímica

Processo: 09/09053-4
Linha de fomento:Bolsas no Exterior - Pesquisa
Vigência (Início): 18 de setembro de 2009
Vigência (Término): 03 de outubro de 2009
Área do conhecimento:Ciências Exatas e da Terra - Geociências - Geologia
Pesquisador responsável:Vicente Antonio Vitorio Girardi
Beneficiário:Vicente Antonio Vitorio Girardi
Anfitrião: Maurizio Mazzuchelli
Instituição-sede: Instituto de Geociências (IGC). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Local de pesquisa : Università degli Studi di Modena e Reggio Emilia, Modena (UNIMORE), Itália  
Assunto(s):Geoquímica   Goiás   Petrologia

Resumo

O presente projeto está inserido no contexto geral do projeto FAPESP (07/58762-2) ora em andamento e é uma continuação de uma série de pesquisas referentes à idade, origem e evolução do Complexo de Niquelândia, e visa esclarecer principalmente uma das questões debatidas na literatura referente à sua estratigrafia O Complexo máfico-ultramáfico de Niquelândia, maior fonte de níquel do Brasil, compõe-se de duas unidades principais: a inferior, denominada LS, e a superior, chamada LS. Segundo um grupo de autores ambas as unidades estratigráficas constituem um corpo único de idade Neoproterozóica. Segundo outros autores o complexo seria formado por duas intrusões de idades diversas, sendo a superior (US) de idade Mesoproterozóica e a inferior Neoproterozóica. O maciço sofreu forte contaminação crustal, principalmente no topo da unidade inferior e na base da unidade superior, o que torna o problema ainda mais complexo. O presente estudo pretende através de modelamento geoquímico, e tendo em vista a natureza dos contaminantes, tentar estabelecer as relações entre a base da unidade inferior e o topo da superior, para dar subsídios à resolução dessa controversa questão, de importância não só para a definição desse complexo, como para o esclarecimento da geologia regional (AU)