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O teatro naturalista em Portugal: evolução e desdobramentos

Processo: 09/16114-0
Linha de fomento:Bolsas no Exterior - Pesquisa
Vigência (Início): 08 de março de 2010
Vigência (Término): 07 de junho de 2010
Área do conhecimento:Linguística, Letras e Artes - Letras - Outras Literaturas Vernáculas
Pesquisador responsável:Renata Soares Junqueira
Beneficiário:Renata Soares Junqueira
Anfitrião: Fernando Manuel Cabral Martins
Instituição-sede: Faculdade de Ciências e Letras (FCL). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Araraquara. Araraquara , SP, Brasil
Local de pesquisa : Universidade Nova de Lisboa, Portugal  

Resumo

Este projeto propõe uma investigação do teatro que se produziu em Portugal, sob o influxo do Naturalismo, nos três últimos lustros do século XIX, e dos seus desdobramentos até aos anos 20 do século seguinte, principalmente através da análise de peças escolhidas de alguns autores que, ocupando embora lugares de destaque na história do teatro português, são ainda muito pouco conhecidos nos meios acadêmicos e artísticos brasileiros: Guerra Junqueiro e Guilherme de Azevedo, Marcelino Mesquita, Abel Botelho, Eduardo Schwalbach, D. João da Câmara e a dupla Júlio e Raul Brandão no final do XIX, e Coelho de Carvalho, Manuel Laranjeira, Henrique Lopes de Mendonça, Ponce de Leão, Ramada Curto, Vitoriano Braga, Carlos Selvagem e Alfredo Cortez já no século XX. A ideia norteadora da pesquisa é a de que, no teatro, a estética naturalista, com a sua vocação para desvelar as mazelas sociais e as degenerações psíquicas do bom burguês, abriu as sendas da moderna dramaturgia do Eu, que precisamente contra o Naturalismo viria a insurgir-se ainda no final do século XIX. (AU)