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Pesquisa de toxinas em moluscos marinhos predadores do canal de São Sebastião-SP

Processo: 00/07374-3
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Mestrado
Vigência (Início): 01 de agosto de 2000
Vigência (Término): 30 de setembro de 2002
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Farmacologia - Toxicologia
Pesquisador responsável:José Carlos de Freitas
Beneficiário:Leonardo Jose de Castro Veloso
Instituição-sede: Instituto de Biociências (IB). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Moluscos   Predação   Toxinas   Secreção salivar   Cefalópodes

Resumo

Um grande número de moluscos se adaptaram a vida predatória, desenvolvendo adaptações que os ajudam na captura de presas. Uma das adaptações é a produção de secreção biologicamente ativas das glândulas salivares. Os cefalópodes, no caso o Octopus vulgaris, são altamente adaptados para predação, pois são carnívoros e possuem glândula de peçonha. Assim como o Phallium granulatum que é capaz de predar a Mellita quinquesperforata (bolacha da praia), Lytechinus variegatus (ouriço verde) e Echinometra lucunter (ouriço preto). E também o Hastula cinerea que possui um aparato especial de predação, com um dente radular em forma de arpão. Muito pouco se sabe a respeito da fauna marinha de moluscos brasileiros, ainda pouco se conhece sobre toxinas utilizadas para predação em polvos da espécie Octopus vulgaris (cephalopoda), gastropoda Assidae da espécie Phallium granulatum e da família Terebrídae o Hastula cinerea. O objetivo deste trabalho é estudar as toxinas de moluscos predadores que ocorrem no canal de São Sebastião - SP, através de estudos bioquímicos e farmacológicos de suas peçonhas. O Phallium granulatum e Octopus vulgaris são espécies sublitorâneas e sua coleta depende do mergulho. Ao contrario de H. cinerea que é encontrado na areia da praia. Nesse projeto, investigaremos a possível presença de toxinas paralisantes em H. cinerea, O. vulgaris e P. granulatum. (AU)