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Efeitos da conversão de florestas em pastagens no metabolismo de rios de micro e meso-escala no estado de Rondônia

Processo: 02/04071-5
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Mestrado
Vigência (Início): 01 de abril de 2003
Vigência (Término): 31 de março de 2005
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Ecologia - Ecologia de Ecossistemas
Pesquisador responsável:Alex Vladimir Krusche
Beneficiário:Michelle Cristine Cogo
Instituição-sede: Centro de Energia Nuclear na Agricultura (CENA). Universidade de São Paulo (USP). Piracicaba , SP, Brasil
Assunto(s):Ecossistemas aquáticos   Bacia hidrográfica   Amazônia   Fluxo dos gases   Biogeoquímica   Ciclo do carbono   Mudança climática

Resumo

Estimativas muito recentes dos fluxos de CO2 para a atmosfera, a partir de sistemas aquáticos da Amazônia, indicam que esta via de transporte do elemento pode ser muito mais significativa do que antes imaginado, com implicações no ciclo biogeoquímico global do elemento. Apesar de estudos anteriores terem demonstrado que esta forma do elemento tem origem no metabolismo predominantemente heterotrófico destas águas, as fontes, mecanismos controladores e respostas deste metabolismo aos impactos antropogênicos ainda são desconhecidos. Diversos aspectos destas questões têm sido analisados através do Projeto Temático "Alterações na dinâmica da matéria orgânica em rios de micro e meso-escala do Estado de Rondônia, em função de mudanças no uso da terra" (Processo FAPESP N. 99/01159-4), do qual este sub-projeto é parte integrante. Aqui visamos, especificamente, a análise mais detalhada do metabolismo de alguns rios do estado de Rondônia, seus determinantes, e respostas à conversão de florestas em pastagens. Nossas hipóteses são de que, nestes rios, o metabolismo (taxas respiratórias) deve ser similar àqueles observados por estudos anteriores em outros rios da bacia Amazônica, e que, a conversão de florestas em pastagens pode resultar no aumento do aparte de carbono lábil a estes sistemas e, consequentemente, do metabolismo. Para testar estas hipóteses, mediremos as taxas respiratórias em rios de diversas escalas (micro, meso e intermediária), sob distintas coberturas e usos dos solos, relacionando-as com a qualidade do carbono presente nas suas águas e com as características espaciais das bacias de drenagem. (AU)

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