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Avaliação comparativa da susceptibilidade e da resposta tecidual de Leporinus friderici Bloch, 1794 (piauçu) e tambacu (híbrido de Piaractus mesopotamicus macho e Colossoma macropomum fêmea), sob a influência do estresse de manejo, à infestação experimental por Ichthyophthirius multifiliis Fouquet, 1876

Processo: 97/04037-1
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Mestrado
Vigência (Início): 01 de agosto de 1997
Vigência (Término): 30 de junho de 1999
Área do conhecimento:Ciências Agrárias - Recursos Pesqueiros e Engenharia de Pesca - Aquicultura
Pesquisador responsável:Flávio Ruas de Moraes
Beneficiário:Valéria Nogueira de Souza
Instituição-sede: Faculdade de Ciências Agrárias e Veterinárias (FCAV). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Jaboticabal. Jaboticabal , SP, Brasil
Assunto(s):Infecções por protozoários   Peixes   Interações hospedeiro-parasita   Ichthyophthirius multifiliis

Resumo

Pretende-se fazer a infestação experimental pelo protozoário Ichthyophthirius multifiliis Fouquet, 1876 em três grupos de peixes - (I) não estressados, (11) estressados antes da exposição ao parasito e (111) estressados após a exposição ao parasito, sendo o estresse provocado experimentalmente retirando-se o peixe da água por 30 segundos, a cada 60 minutos, durante cinco horas antes (animais do grupo TI) ou após (animais do grupo 111) a exposição ao parasito. Cada grupo divide-se em subgrupos formados por Leporinus friderici Bloch, 1794 (piauçu) e tambacu (híbrido de Piaractus mesopotamicus macho e Colossoma macropomum fêmea) provenientes do Centro de Aquicultura da UNESP de Jaboticabal. Para cada subgrupo haverá um conjunto de peixes expostos ao parasito e um controle, formado por animais não submetidos a essa exposição. Objetiva-se avaliar a susceptibilidade natural de cada tipo de hospedeiro ao parasito e descrever alterações morfofuncionais decorrentes da doença. O cultivo dos animais será feito em aquários de 50 litros, providos de filtro biológico e aeradores. A cultura dos parasitos como fonte para infestação também será feita e, para isso, periodicamente, peixes sadios serão colocados junto a peixes em avançado estágio da doença de modo a garantir a manutenção dos terontes infectantes. Para a infestação dos peixes-teste, serão colocados 50 terontes/litro de água, nos aquários. De cada tratamento, semanalmente, durante cinco semanas, serão colhidos ao acaso dois animais para necropsia, quando serão avaliados o estado geral do peixe, evidenciando-se a eventual presença de alterações anatomopatológicas, a carga parasitária, a concentração de cortisol plasmático e o nível glicêmico dos peixes. (AU)

Publicações acadêmicas
(Referências obtidas automaticamente das Instituições de Ensino e Pesquisa do Estado de São Paulo)

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