Busca avançada
Ano de início
Entree

Os impactos ambientais e a gestão ambiental empresarial

Processo: 97/05268-7
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Mestrado
Vigência (Início): 01 de dezembro de 1997
Vigência (Término): 31 de maio de 2000
Área do conhecimento:Ciências Humanas - Geografia - Geografia Humana
Pesquisador responsável:Wanderley Messias da Costa
Beneficiário:Márcia Elaine Teodoro
Instituição-sede: Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Meio ambiente   Gestão ambiental   Sustentabilidade   Impactos ambientais   Indústrias   Legislação ambiental

Resumo

O objetivo desta pesquisa é examinar a gestão ambiental como um elemento destacado nos padrões de comportamento de empresas industriais de grande porte - que atuam no cenário nacional em diversos setores e sejam classificadas como empresas com alto potencial de impacto ambiental - a fim de avaliar de que forma a organização e a operacionalidade dessas empresas se adaptam às novas exigências contidas no processo de normatização ambiental neste final de século. A hipótese da pesquisa é que a capacitação dos setores produtivos brasileiros em relação ao uso adequado dos recursos naturais, face ao requisito de aumento da competitividade desses setores na economia globalizada, só será técnica e economicamente viável mediante a manutenção das regulamentações/exigências de gestão especificamente ambiental definidas por instituições supra-nacionais, pelos estados e absorvidas pelo mercado. Isto porque, apesar da pressão internacional pela liberalização e o fim das barreiras protecionistas, as empresas industriais nacionais necessitam da intervenção do Estado - as políticas públicas - para que haja transferência e inovação tecnológicas. Destacamos os procedimentos a serem seguidos para a viabilização do trabalho teórico e empírico: Consulta a acervos de bibliotecas e instituições, como a Universidade de São Paulo (USP), a Universidade Estadual Paulista (UNESP), a Universidade de Campinas (UNICAMP), a Companhia Estadual de Tecnologia de Saneamento Ambiental (CETESB), a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a Fundação Joaquim Nabuco, o Ministério do Meio Ambiente, o IBAMA (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis), a Secretaria de Meio Ambiente do Estado de São Paulo, a ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas), a CNI (Confederação Nacional da Indústria), o CEMPRE (Compromisso Empresarial para Reciclagem); Consulta a diversas associações como a ABECEL (Associação Brasileira de Exportadores de Celulose, a ABEPOLAR (Associação Bras. de Prevenção à Poluição do Ar), a ABICLOR (Associação Bras. da Indústria de Alcalis e Cloro Derivados), a ABICALÇADOS (Associação Bras. das Indústrias de Calçados); a ABIPLAST (Associação Bras. da Indústria de Plástico), a ABIQUIF (Associação Bras. da Indústria Farmoquímica), ABQUIM (Associação Bras. da Indústria Química e de Produtos Derivados), a ABIT (Associação Bras. da Indústria Têxtil), a ABIMA (Associação Bras. da Indústria de Madeira Aglomerada) e outras; Manter atualização quanto às publicações da ONU sobre o meio ambiente, pois esta periodicamente produz relatórios sobre o processo de desenvolvimento/degradação do meio ambiente global, e repercussões em países como o Brasil, bem como as do Resources Institute e do World Bank; Pesquisa do tema via correio eletrônico da Rede Internet através dos equipamentos do CCE/USP ou da Escola Politécnica; Manter atualização quanto às publicações da ONU sobre o meio ambiente, pois esta periodicamente produz relatórios sobre o processo de desenvolvimento/degradação do meio ambiente global, e repercussões em países como o Brasil; Aplicação de questionário específico. (AU)