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Estudo prospectivo, baseado em autopsia, de causas de morte e fatores preditores de discrepâncias com diagnósticos clínicos em pacientes onco hematológicos

Processo: 02/07602-1
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Doutorado Direto
Vigência (Início): 01 de outubro de 2002
Vigência (Término): 30 de abril de 2005
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina - Anatomia Patológica e Patologia Clínica
Pesquisador responsável:Paulo Hilário Nascimento Saldiva
Beneficiário:Ana Carolina Galtarossa Xavier
Instituição-sede: Faculdade de Medicina (FM). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo, SP, Brasil
Assunto(s):Patologia clínica

Resumo

Discrepâncias entre diagnósticos pré-mortem e achados de autópsia se situam entre 8 e 25%, a despeito da melhoria das técnicas diagnosticas e terapêuticas das últimas décadas. Em muitas ocasiões, um achado inesperado de autópsia, se detectado em vida, poderia ter mudado o tratamento empregado e possivelmente o desfecho do paciente. Entre doentes com neoplasias onco-hematológicas não é infrequente que o óbito ocorra por complicações não relacionadas 'a doença de base, como infecções, alterações metabólicas ou secundárias ao próprio tratamento. É nesse grupo de doentes que se toma interessante o conhecimento, por meio de autópsias, da presença dessas discrepâncias, bem como a determinação dos fatores de risco implicados em sua ocorrência, auxiliando assim, a melhoria no manejo clínico desses doentes. Para isso, correlacionaremos dados clínicos com achados de autópsias nesse grupo de doentes, objetivando determinar: a frequência dos diferentes achados diagnósticos de autópsia, após exame macroscópico, de microscopia convencional complementada com colorações especiais e técnicas imunohistoquímicas; a freqüência de discrepâncias entre diagnósticos clínicos e pós-mortem e quais os possíveis fatores de risco que são preditores para a ocorrência dessas discrepâncias. (AU)