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As estruturas locativas de ser e estar no português brasileiro do século XIX

Processo: 99/09510-2
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Mestrado
Vigência (Início): 01 de março de 2000
Vigência (Término): 28 de fevereiro de 2002
Área do conhecimento:Linguística, Letras e Artes - Linguística - Linguística Histórica
Pesquisador responsável:Marilza de Oliveira
Beneficiário:Verena Kewitz
Instituição-sede: Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Gramaticalização   Verbo   Língua portuguesa   Português do Brasil

Resumo

O projeto direciona-se ao estudo das estruturas locativas dos verbos Ser e Estar no Português Brasileiro do século XIX. A partir do coupus selecionado - anúncios de jornais e correspondência, verificarei o uso desses verbos enquanto fonte das relações espaciais para identificar possíveis descompassos nas estruturas locativas nas várias regiões representadas no Projeto para a História do Português do Brasil. Como pano de fundo, serão considerados os estudos disponíveis sobre mudança de Ser e Estar no período medieval para verificar em que ponto a mudança desses verbos estava no Português do Brasil no século XIX. As combinações de Ser e Estar para designar relações espaciais dão-se por preposições, locuções prepositivas e pronomes circunstanciais. Tais complementos podem representar um lugar do ponto de vista estático e um lugar do ponto de vista dinâmico. Caberia indagar se essa distinção é relevante no estudo das estruturas locativas e como se gramaticalizam os complementos locativos dos verbos Ser e Estar. A representação do espaço depende de um objeto a ser situado, uma entidade de referência e um observador. Há de se considerar se as estruturas locativas com Ser e Estar dependem dessas três entidades. (AU)