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Aspectos moleculares de Magnaporthe grisea do trigo

Processo: 00/12193-8
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Apoio a Jovens Pesquisadores
Vigência (Início): 01 de dezembro de 2000
Vigência (Término): 15 de abril de 2004
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Genética - Genética Molecular e de Microorganismos
Pesquisador responsável:Alfredo Seiiti Urashima
Beneficiário:Alfredo Seiiti Urashima
Instituição-sede: Centro de Ciências Agrárias (CCA). Universidade Federal de São Carlos (UFSCAR). Araras , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:99/12269-5 - Aspectos moleculares de "Magnaporthe grisea" do trigo, AP.JP
Assunto(s):Mapeamento genético   Recombinação genética   Filogenia   Doenças de plantas   Magnaporthe

Resumo

A brusone (Magnaporthe grisea) do trigo é uma doença recente e somente encontrada no Brasil. O potencial de dano para a triticultura nacional pelo dano de 10-11% na produtividade. Não existe nenhuma variedade resistente ou fungicida eficiente para o seu controle. Além disso, o agente causal é diferente da brusone do arroz. Por todas essas características fica evidenciado que cabe aos pesquisadores do Brasil obter as informações necessárias para o manejo dessa doença. Esse patógeno é o foco desse projeto que enfoca diversos aspectos moleculares e está subdividido em 3 partes, a saber: I) Reprodução sexual de M. grisea do trigo analisada através de técnicas moleculares. Nesse estudo, DNA fingerprints combinada ao perfil RFLP com sondas de cópia única, serão produzidos com isolados de um mesmo campo, afim de se analisar se reprodução sexual ocorre nesse patógeno; II) Estudo filogenético de M. grisea do trigo. RFLP de DNA mitocondrial e sonda de cópia simples serão utilizados afim de se estudar a origem dessa doença e seu relacionamento com a brusone de outros hospedeiros; III) Mapa genético de M. grisea do trigo: Identificação e mapeamento de marcadores RAPD e SCAR ligados a gene de avirulência e mating type. Este será o primeiro mapa genético em M. grisea do trigo com o objetivo posterior de clonar genes de interesse. Para isso, o método Bulked Segregant Analysis vai ser usada para identificação de marcadores RAPD ligados a esses genes. Dos primers RAPD serão desenvolvidos primers mais longos e utilizados para identificação de marcadores SCAR, que são mais confiáveis. (AU)