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Invasão de células por diferentes formas de Trypanosoma cruzi: fagócitos profissionais e não profissionais e células MDCK transfectadas com as proteínas Rho GTPases como células alvo para invasão e crescimento intracelular

Processo: 01/01659-9
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Mestrado
Vigência (Início): 01 de abril de 2001
Vigência (Término): 31 de março de 2003
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Parasitologia - Protozoologia de Parasitos
Pesquisador responsável:Renato Arruda Mortara
Beneficiário:Adriana Barrinha Fernandes
Instituição-sede: Escola Paulista de Medicina (EPM). Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Campus São Paulo. São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Microscopia eletrônica   Imunofluorescência   Trypanosoma cruzi

Resumo

Em estudos recentes realizados em nosso laboratório, ficou aparente que a capacidade de invasão das diferentes formas infectivas de Trypanosoma cruzi está relacionada com a mobilização do citoesqueleto, provavelmente mediada por proteínas G. Observações preliminares constataram que a proteína Rho GTPase pode influenciar não apenas na invasão de células MDCK transfectadas com diferentes formas das GTPases, por taquizoítas de Toxoplasma gondii, como também a multiplicação intracelular deste parasita. Desta forma, o estudo da mobilização e reorganização de elementos do citoesqueleto da célula hospedeira é de fundamental importância para uma melhor compreensão dos mecanismos de invasão e proliferação de patógenos intracelulares. Durante a iniciação científica, realizou-se o estudo de invasões de fagócitos profissionais e não profissionais por amastigotas extracelulares e intracelulares de T. cruzi da cepa G, como a infectividade de amastigotas de diferentes cepas varia, este projeto tem como objetivos: 1) avaliar os parâmetros de invasão de amastigostas intracelulares e extracelulares das cepas CL, Y e Tulahuen frente a fagócitos profissionais e não profissionais; 2) analisar o papel das proteínas G no processo de invasão de células MDCK por amastigotas extracelulares, intracelulares e tripomastigotas metacíclicos para comparar os mecanismos de invasão e analisar o rearranjo do citoesqueleto das diferentes formas evolutivas do parasita. (AU)