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A questão da morte no contexto escolar: experiências vividas por alunos e professores

Processo: 98/05448-8
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Mestrado
Vigência (Início): 01 de agosto de 1998
Vigência (Término): 30 de setembro de 2000
Área do conhecimento:Ciências Humanas - Psicologia
Pesquisador responsável:Maria Regina Maluf
Beneficiário:Basílio Domingos
Instituição-sede: Instituto de Psicologia (IP). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Ambiente escolar   Emoções   Luto (estado emocional)   Atitudes frente à morte

Resumo

A questão da morte e luto transcende o âmbito individual e familiar, por sofrer influências da sociedade, de como esta se coloca diante desta problemática. Deste modo, decorre que embora a família seja o espaço que, em tese, melhor acolhe e garante suporte para o indivíduo que sofreu uma perda, no entanto, isso nem sempre acontece. E que diante da perda o sistema familiar tende a se desestruturar ou a não responder eficazmente as necessidades de seus membros, especialmente se forem crianças e adolescentes, privando-os assim de suporte quando mais precisam. Em face desta situação, e tendo como foco crianças e adolescentes, pode-se afirmar que seria desejável que a escola pudesse, sem se desviar de seus objetivos pedagógicos e educacionais, complementar a família e/ou os serviços especializados na tarefa de dar suporte para alunos que sofreram perdas significativas, no mínimo através de uma postura mais acolhedora, de forma a ajudá-los a resignificar a experiência pela qual estão passando, condição sem a qual os lutos resultantes dessas perdas jamais seriam elaborados. Esse esforço não destoa dos objetivos da escola, pois, pesquisas têm mostrado que crianças enlutadas são recorrentes em apresentar distúrbios de comportamento e de aprendizagem além de outros problemas. No entanto, qual é a dimensão desta questão na escola? Sendo as pessoas que mais interagem com esses alunos, até que ponto os professores estão preparados para lidar com as questões trazidas por eles? Que questões são essas e como são colocadas e acolhidas no cenário escolar? Por outro lado, como a experiência de lidar com os referidos alunos interferem nos papeis e práticas desses professores? Basicamente, estes são os principais questionamentos deste projeto. (AU)

Publicações acadêmicas
(Referências obtidas automaticamente das Instituições de Ensino e Pesquisa do Estado de São Paulo)
DOMINGOS, Basílio. Vivências de morte e luto em escolares de 13 a 18 anos. 2000. [195] f. Dissertação de Mestrado - Universidade de São Paulo (USP). Instituto de Psicologia São Paulo.

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