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Caracterização de populações naturais de psitacídeos através da utilização de sondas de minissatélites de loco-único

Processo: 98/06147-1
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Mestrado
Vigência (Início): 01 de agosto de 1998
Vigência (Término): 31 de outubro de 2000
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Genética - Genética Animal
Pesquisador responsável:Cristina Yumi Miyaki
Beneficiário:Patrícia de Jesus Faria
Instituição-sede: Instituto de Biociências (IB). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Psittacidae   Papagaios

Resumo

Dentre a fauna atingida pela crescente destruição dos habitas naturais, principalmente tropicais, a família Psittacidae que inclui as araras, papagaios, periquitos e maracanãs é uma das que possui uma situação crítica com cerca de 14 das 70 espécies brasileiras ameaçadas de extinção. Em relação às araras, a arara-azul (Andorhynchus hyacinthinus), o maior psitacídeo do mundo, é uma das espécies ameaçadas de extinção, possuindo cerca de 3.000-5.000 indivíduos na natureza distribuídos em três áreas no Brasil: Pantanal Matogrossense, Goiás e Pará. Dentre os papagaios, há várias espécies ameaçadas de extinção, entre elas, o papagaio-charão (Amazona pretrei) e o papagaio-de-cara-roxa (Amazona brasiliensis). Atualmente estima-se que haja cerca de 11.147 papagaios charão no Rio Grande do Sul e cerca de 3.600 papagaios-de-cara-roxa na natureza, distribuídos no sul do Estado de São Paulo no litoral norte do Paraná. Estas espécies de ampla distribuição no passado, estão sofrendo um processo de retração que poderá acarretar em uma diminuição da variabilidade genética, levando as populações existentes a um vórtex de extinção. Dentre as técnicas moleculares desenvolvidas para estudos populacionais, a utilização de minissatélites de loco-único é preferida, pois confere maior facilidade na caracterização de diferentes populações por análise das freqüências gênicas. (AU)