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Caracterização de mecanismos moleculares associados a variabilidade clínica e possível heterogeneidade genética na Síndrome de Treacher Collins

Processo: 01/11514-8
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Mestrado
Vigência (Início): 01 de março de 2002
Vigência (Término): 29 de fevereiro de 2004
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Genética - Genética Humana e Médica
Pesquisador responsável:Maria Rita dos Santos e Passos Bueno
Beneficiário:Cibele Masotti
Instituição-sede: Instituto de Biociências (IB). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:98/14254-2 - Centro de Estudos do Genoma Humano, AP.CEPID
Assunto(s):Anormalidades craniofaciais   Disostose mandibulofacial   Gene TCOF1   Proteína treacle   Mutação   Polimorfismo genético   Heterogeneidade genética

Resumo

A Síndrome de Treacher Collins é um distúrbio autossômico dominante que afeta o desenvolvimento craniofacial, com uma incidência de 1:50.000 nascimentos. Apresenta grande variação fenotipica, tanto como grande variabilidade inter e intra-familiar. As anomalias são usualmente bilaterais e simétricas e as características clínicas mais comuns são: orientação anti-mongolóide e coloboma das pálpebras inferiores, hipoplasia dos ossos malares e micrognatia, podendo haver perda bilateral da condução auditiva. O gene associado com a síndrome, denominado TCOF1 e mapeado em 5q31-33, contém 26 exons, sendo traduzido em uma proteína nucleolar, denominada Treacle. Existe a hipótese de que a síndrome seja causada pela haploinsuficiência da Treacle durante o desenvolvimento embrionário, levando as células das cristas neurais do embrião à apoptose e gerando uma mal formação das estruturas delas derivadas. Já foram relatados 51 tipos de mutações patogênicas no TCOF1, no entanto, existem relatos em que nenhuma mutação foi encontrada na região codificadora. O presente estudo se propõe a caracterizar a região promotora do gene TCOF1, verificando a existência de mutações e de polimorfismos neste promotor, correlacionando tais informações com a variabilidade fenotipica da síndrome e a possibilidade de heterogeneidade genética, além de verificar se a presença de polimorfismos no intron 22 é capaz de alterar o processamento do RNAm. (AU)