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Pesquisa de polimorfismos e mutações nos genes de prion celular e da cadeia Y1 de laminina em pacientes com epilepsia

Processo: 02/11353-7
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Mestrado
Vigência (Início): 01 de setembro de 2003
Vigência (Término): 31 de dezembro de 2004
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Bioquímica - Biologia Molecular
Pesquisador responsável:Vilma Regina Martins
Beneficiário:Michele Christine Landemberger
Instituição-sede: Instituto Ludwig de Pesquisa sobre o Câncer (ILPC). São Paulo , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:99/07124-8 - Papel da proteína prion celular em processos fisiológicos e patológicos, AP.TEM
Assunto(s):Laminina   Mutação

Resumo

Prion celular (PrPc) é uma glicoproteína abundantemente encontrada em neurônios, cuja função fisiológica tem sido intensamente estudada. Nosso grupo mostrou que PrPc é capaz de interagir especificamente com um domínio da cadeia y1 de laminina. A LN já foi descrita como tendo um papel central na proliferação, diferenciação, migração e morte celulares. Animais "knockout" para o gene de PrPc apresentam suscetibilidade muito maior que animais controle a ácido caínico e outros agentes convulsivantes. Agentes epileptogênicos como o ácido caínico levam a morte neuronal, por degradação especificamente da LN. Recentemente mostramos que uma mutação no códon 171 (N para S) de PrPc está presente em 26% de pacientes epiléticos de difícil controle farmacológico e ausente em indivíduos normais. Esta alteração está muito próxima ao sítio de ligação a LN, e nosso argumento é que ela possa estar modificando a interação PrPc-laminina e talvez agravando o processo epileptogênico. Portanto, o presente trabalho tem por objetivo determinar a presença desta mutação em pacientes epiléticos de bom controle farmacológico e correlacioná-la com os achados em pacientes de difícil controle. Além disso, determinaremos a presença de polimorfismos e/ou mutações no domínio carboxi terminal da cadeia y1 de LN. Desta forma serão seqüenciados o gene de PrPc, e o domínio carboxi-terminal da cadeia y1 de LN em pacientes epiléticos refratários ou não ao tratamento farmacológico. (AU)