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A evolução da estrutura espacial das cidades do Picadão de Cuiabá: análise comparativa entre São Carlos, Rio Claro e Araraquara

Processo: 97/01898-6
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Mestrado
Vigência (Início): 01 de novembro de 1997
Vigência (Término): 30 de abril de 1999
Área do conhecimento:Ciências Sociais Aplicadas - Planejamento Urbano e Regional - Serviços Urbanos e Regionais
Pesquisador responsável:Ricardo Siloto da Silva
Beneficiário:Lucelia Maria Lot Lavandeira
Instituição-sede: Centro de Ciências Exatas e de Tecnologia (CCET). Universidade Federal de São Carlos (UFSCAR). São Carlos , SP, Brasil
Assunto(s):Urbanização   Desenho urbano   Planejamento territorial urbano

Resumo

Este trabalho visa analisar comparativamente as transformações na estrutura espacial urbana de São Carlos, Rio Claro e Araraquara, três cidades de porte médio do interior paulista, fundadas no bojo do processo de expansão da economia cafeeira em meados do século XIX. Será estudada a evolução da morfologia urbana com ênfase para o período correspondente à aceleração do processo de desenvolvimento urbano e industrial no Estado, por volta de 1950. Através da demonstração das características que definem o seu processo histórico de formação e desenvolvimento, será analisado o crescimento espacial dessas cidades, bem como a expansão do tecido urbano em direção às partes periféricas, definidas aqui como as porções que se distanciam das regiões centrais consolidadas do tecido existente. A escolha dessas cidades deu-se pelas semelhanças no porte, no processo de desenvolvimento, no período de formação, pela proximidade física e por serem núcleos de uma mesma região. As diferenças em seu processo de urbanização aparecerão como resultado de suas particularidades em relação a aspectos físico-ambientais, sócios-econômicos e políticos. Objetiva-se demonstrar as características da estrutura espacial urbana dessas cidades a partir da análise das suas partes periféricas. A hipótese é que a formação da primeira periferia, nos anos 50, caracterizou-se pela desestruturação da malha ortogonal dos centros históricos, a partir das mudanças ocorridas nas dimensões dos quarteirões e das vias e na orientação da implantação do tecido no território. A segunda periferia, configurada num período mais recente (anos 80), caracterizou-se pela presença de vazios urbanos. A investigação dos agentes que foram responsáveis pelas transformações no desenho urbano e a análise da distribuição espacial das classes sociais pelos setores urbanos são objetos de estudo complementares desse trabalho. (AU)

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