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Produção de xilanases em fermentação semi-sólida conduzida em reator de leito fixo

Processo: 99/08948-4
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Mestrado
Vigência (Início): 01 de novembro de 1999
Vigência (Término): 31 de outubro de 2001
Área do conhecimento:Ciências Agrárias - Agronomia
Pesquisador responsável:Adriane Maria Ferreira Milagres
Beneficiário:Elio dos Santos
Instituição-sede: Faculdade de Engenharia Química de Lorena (FAENQUIL). Secretaria de Desenvolvimento Econômico (São Paulo - Estado). Lorena , SP, Brasil
Assunto(s):Endo-1,4-beta-xilanases   Bagaço de cana-de-açúcar   Reatores biológicos   Leito fixo

Resumo

A produção de xilanases termoestáveis a partir de materiais poliméricos em forma sólida é uma importante área da biotecnologia, muito promissora para aplicação em processos industriais. Seu uso no branqueamento de polpas celulósicas, constitui-se numa forma alternativa, ou mesmo de substituição dos métodos convencionais de tratamento com grandes possibilidades de eliminação dos problemas ambientais associados. A viabilidade de utilização de xilanases em processos industriais vai depender das características físico-químicas da enzima e também do nível em que a mesma é produzida. É portanto necessário desenvolver estudos experimentais no sentido de controlar eficientemente o processo de produção em biorreatores. Nesse sentido, esse trabalho visa a obtenção de xilanases termoestáveis a partir do cultivo do fungo Thermoascus aurantiacus em bagaço de cana-de-açúcar. A fermentação será conduzida em reator de leito fixo e serão investigados os efeitos das variáveis vazão de ar e altura do leito do reator visando aumentar a produção de xilanases. Estudos anteriores realizados em frascos Erlenmeyers servirão de base para comparação dos níveis de xilanases produzidas no reator. Para tanto, utilizar-se-á a ferramenta do planejamento estatístico de experimentos para a definição de um modelo matemático que represente o processo. (AU)

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