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A estetização da ação política: a politização da estética kantiana em Hannah Arendt e Jürgen Habermas

Processo: 98/03462-3
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Doutorado
Vigência (Início): 01 de outubro de 1998
Vigência (Término): 30 de setembro de 2002
Área do conhecimento:Ciências Humanas - Filosofia - História da Filosofia
Pesquisador responsável:Oswaldo Giacoia Junior
Beneficiário:Adriano Correia Silva
Instituição-sede: Instituto de Filosofia e Ciências Humanas (IFCH). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil
Assunto(s):Estética (arte)   Racionalização

Resumo

Neste trabalho se quer pensar a relação entre a estética, principalmente na forma do juízo estético kantiano, e as formulações político-morais de H. Arendt e J. Habermas, que buscam resgatar para o contexto atual os nexos entre teoria e práxis, perdidos com a modernidade. No caso específico de Hannah Arendt, pensar o juízo estético como fonte de compreensão sustentada em um senso comum; no caso específico de J. Habermas, pensar um modelo comunicativo de racionalidade que dê conta da restauração da relação entre as esferas axiológicas e da ação correspondentes à ciência, à moral e à arte. O núcleo problemático do projeto se volta sobre o estatuto da relação entre estética e política no discurso da modernidade. A arte realmente tem condições de realizar a síntese entre teoria e práxis, entre racionalidade e ação e entre a sistematicidade e o rigor de ciência contemporânea e a capacidade de dizer da ação da filosofia política clássica? A partir disto pretendemos defender a hipótese de que a identificação (e não uma simples analogia) entre arte e política, tida como quase intrínseca por J. Habermas e mais ainda por H. Arendt, traz consigo alguns problemas decorrentes da estetização da política possivelmente insolúveis. (AU)

Publicações acadêmicas
(Referências obtidas automaticamente das Instituições de Ensino e Pesquisa do Estado de São Paulo)
SILVA, Adriano Correia. Sentir-se em casa no mundo : a vida do espirito (mind) e o dominio dos assuntos humanos no pensamento de Hannah Arendt. 2002. Tese de Doutorado - Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Instituto de Filosofia e Ciências Humanas.

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