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O estudo dos CEUs e suas linguagens: a transição do erudito ao popular na astrologia inglesa no Século XVII

Processo: 00/11272-1
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Doutorado
Vigência (Início): 01 de maio de 2001
Vigência (Término): 30 de abril de 2005
Área do conhecimento:Ciências Humanas - História - História das Ciências
Pesquisador responsável:Roberto de Andrade Martins
Beneficiário:Juliana Mesquita Hidalgo Ferreira
Instituição-sede: Programa de Estudos Pós-Graduados em Semiótica. Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP). São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Astrologia   Século XVII   Inglaterra

Resumo

Esta pesquisa investigará a situação da astrologia no contexto científico, filosófico, cultural e religioso da Inglaterra do século XVII. Nessa época, obras astrológicas começaram a ser publicadas em inglês e tinham como alvo um público não versado no tema. Ao mesmo tempo a astrologia começava a perder prestígio no meio acadêmico da época. Descobertas astronômicas pareciam abalar profundamente os alicerces da teoria astrológica. Organizações, como a Royal Society e as Universidades de Cambridge e Oxford, que antes continham membros simpatizantes da teoria astrológica ou astrônomos que escreviam sobre a astrologia, começam paulatinamente a vê-la com hostilidade. A recém-fundada Royal Society procurava criar um corpo de conhecimentos "verdadeiro" e livre de controvérsias, que resultaria de um conjunto de procedimentos baseados no método experimental. Muitos consideravam que a astrologia não se adequava a estas exigências. O objetivo principal deste estudo será analisar como a astrologia se inseria nos vários contextos sociais do século XVII, com sua variedade de atores e de linguagens. Estudará também como sé processaram os debates sobre sua validade no meio acadêmico e a argumentação daqueles que a defendiam ou atacavam. Além disso, concentrando-se principalmente na extensa obra de William Lilly verificar-se-á como o astrólogo reagia em relação aos impactos causados pelas novas descobertas e pelas objeções de membros da Royal Society. (AU)

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