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Investigação espectroscópica, comportamentos térmico e eletroquímico e reatividade de complexos poliimínicos de rutênio (II)

Processo: 98/00399-9
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Doutorado
Vigência (Início): 01 de março de 1998
Vigência (Término): 28 de fevereiro de 2002
Área do conhecimento:Ciências Exatas e da Terra - Química - Química Inorgânica
Pesquisador responsável:Henrique Eisi Toma
Beneficiário:Vagner Roberto de Souza
Instituição-sede: Instituto de Química (IQ). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:96/01434-7 - Desenvolvimento de supermoléculas e dispositivos moleculares, AP.TEM
Assunto(s):Bases de Schiff   Rutênio

Resumo

O projeto é voltado para o desenvolvimento da química supramolecular baseada em sistemas polimetálicos unidos por conectores multiponte, derivados de porfirinas, ftalocianinas, clusters, pplipirazinas, polipiridinas e poliiminas. Mediante o acoplamento de várias unidades moleculares são construídas estruturas supramoleculares altamente organizadas, capazes de apresentar acentuado desempenho em eletrocatálise e catálise redox multieletrônica, ou de gerar fotocorrente por excitação nas bandas de transferência de carga. As espécies supramoleculares são investigadas tanto em estado sólido como em solução, com o uso de espectroscopia eletrônica, vibracional e Raman ressonante; espectroscopia de RNM e EPR, eletroquímica convencional e interfacial, espectroeletroquímica de absorção, reflexão e emissão, técnicas cinéticas e de flash-fotólise, ao lado de técnicas computacionais e de modelagem molecular. Além da concepção e síntese de novas espécies supramoleculares, o projeto visa explorar a aplicabilidade das mesmas em dispositivos eletrônicos, principalmente sensores, eletrodos modificados, optodos e células fotoeletroquímicas. Com esse intuito, também são pesquisadas várias formas de interfaceamento das espécies supramoleculares com eletrodos ou sensores ópticos, por meio da formação de filmes, imobilização em superfície funcionalizada, ou da intercalação em matrizes lamelares condutoras. O desenvolvimento e teste dos dispositivos é feito em colaboração com pesquisadores da área de biossensores e eletrônica, na Universidade de São Paulo. (AU)