| Processo: | 00/01167-6 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de abril de 2000 |
| Data de Término da vigência: | 29 de fevereiro de 2004 |
| Área de conhecimento: | Ciências Agrárias - Agronomia - Fitotecnia |
| Pesquisador responsável: | João Domingos Rodrigues |
| Beneficiário: | Gustavo Habermann |
| Instituição Sede: | Instituto de Biociências (IBB). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Botucatu. Botucatu , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Citrus Xylella fastidiosa Clorose variegada dos citros |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Acao Fisiologica | Citros | Fitorreguladores | Iaa, Ga1, Zeatina E Etileno | Xylella Fastidiosa |
Resumo A citricultura brasileira, nos últimos 12 anos, vem sofrendo ação devastadora e limitante da clorose variegada dos citros (CVC), doença causada pela bactéria Xylella fastidiosa, que é restrita ao xilema de plantas, promovendo perdas de US$ 100 milhões anuais no Estado de São Paulo. Há registros de que a bactéria no xilema cause distúrbios nos processos difusivos das plantas devido ao bloqueio físico desses vasos, mas outras hipóteses de patogenicidade da bactéria também são apontadas, como produção de fitotoxinas pelo patógeno e desbalanço hormonal da planta. Além das laranjeiras-doce que são altamente suscetíveis à CVC, existem outras espécies e híbridos de Citrus que são resistentes e tolerantes à doença. Dada a falta de informações sobre a hipótese de desbalanço hormonal de plantas com CVC, o presente trabalho tem por objetivos o desenvolvimento de alguns experimentos, avaliando, comparativamente, em plantas sadias e inoculadas com CVC, consideradas suscetíveis (laranjeira-doce, Citrus sinensis L. Osbeck cultivares Pera e Valência), tolerantes (tangerineira, Citrus reticulata Blanco cv. Cravo) e resistentes à CVC (limeira ácida, Citrus latifolia Tan. cv. Tahiti; limoeiro verdadeiro, Citrus limon L. Burm. f. cv. Siciliano; tangerineira, Citrus reticulata Blanco cv. Ponkã), os níveis endógenos de auxina (IAA), Giberelina (GA1), Citocinina (Zeatina) e Etileno, a partir da inoculação da doença, quando submetidas à deficiência hídrica e diferentes temperaturas e umidades relativa do ar. (AU) | |
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