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Uma semântica preferencial para lógicas condicionais

Processo: 95/08998-0
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Mestrado
Vigência (Início): 01 de março de 1996
Vigência (Término): 31 de agosto de 1996
Área do conhecimento:Ciências Exatas e da Terra - Ciência da Computação
Pesquisador responsável:Jacques Wainer
Beneficiário:Claudia Nalon
Instituição-sede: Instituto de Matemática, Estatística e Computação Científica (IMECC). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil
Assunto(s):Raciocínio   Inteligência artificial

Resumo

É desejável que qualquer sistema de raciocínio não-monotônico lide com três problemas: especificidade, irrelevância e herança. Na última década, vários sistemas lógicos foram construídos com o objetivo de capturar o aspecto não-monotônico do raciocínio humano. Estes sistemas, já considerados tradicionais lidam com os problemas de irrelevância e herança. Entretanto, não lidam com especificidade e não permitem que se raciocine sobre as regras que possibilitam inferências não-monotônicas. Mais recentemente, foram propostos sistemas lógicos baseados em condicionais, os quais resolvem o problema de raciocínio sobre regras e especificidade. Apesar disso, não lidam adequadamente com irrelevância e herança. O trabalho que aqui é proposto tem por objetivo experimentar a junção de boas características de ambas as categorias de sistemas. Mais especificamente, pretende-se elaborar um critério preferencial que ordene os modelos de uma teoria condicional de modo que os modelos preferidos sejam menos suscetíveis aos problemas acima. (AU)

Publicações acadêmicas
(Referências obtidas automaticamente das Instituições de Ensino e Pesquisa do Estado de São Paulo)
NALON, Claudia. Logica condicional forte. 1997. Dissertação de Mestrado - Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Instituto de Computação.

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