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Estrutura primaria e atividade citotoxica sobre celulas tumorais da lectina do veneno da serpente bothrops jararacussu.

Processo: 98/06672-9
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Doutorado
Vigência (Início): 01 de outubro de 1998
Vigência (Término): 30 de setembro de 2001
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Bioquímica - Química de Macromoléculas
Pesquisador responsável:José Camillo Novello
Beneficiário:Daniela Diogenes de Carvalho
Instituição-sede: Instituto de Biologia (IB). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil
Assunto(s):Citotoxicidade   Serpentes   Células tumorais   Lectinas   Venenos

Resumo

As lectinas são proteínas ou glicoproteínas, não enzimáticas, que possuem uma ou mais regiões moleculares ligantes de carboidratos. As lectinas isoladas de venenos de venenos são constituídas de cadeias polipeptídicas que correspondem à região molecular relativa ao domínio de reconhecimento de carboidrato (CRD) de outras proteínas ligantes de açúcar. São constituídas de aproximadamente 130 resíduos de aminoácidos e não possuem outros domínios acessórios. As lectinas vêm sendo utilizadas em estudos imunohistoquímicos como marcadores de transformações neoplásicas para uso em diagnósticos. Sua aplicação no isolamento de células cancerosas parece estar relacionado com o agrupamento das lectinas ligadas aos receptores de superfície. Nas células tumorais tais agrupamentos ocupam regiões restritas da superfície, devido às alterações do padrão de glicosilação, enquanto nas células normais a distribuição das lectinas ligadas aos receptores é homogênea. Muitos agentes antitumorais são pesquisados com o uso de lectinas, como imunotoxinas sintetizadas através da conjugação da cadeia A da lectina de Abrus precatorius, abrina, a anticorpos monoclonais; e também através de aplicação direta dessas moléculas sobre o crescimento celular de vários tipos de tecidos normais e neoplásicos. Devido às modificações estruturais e de localização dos glicoconjugados de superfície celular dos tumores, a ligação seletiva de lectinas nas células tumorais pode alterar a proliferação destas células. Desta forma, estudos sobre o mecanismo de ação desta inibição juntamente com estudos sobre a estrutura molecular envolvida nestes processos pode nos levar, futuramente, a caminhos e terapias para o bloqueio do crescimento acelerado das células tumorais. (AU)

Publicações acadêmicas
(Referências obtidas automaticamente das Instituições de Ensino e Pesquisa do Estado de São Paulo)
CARVALHO, Daniela Diogenes de. Caracterização molecular e atividade citotoxica sobre celulas tumorais da lectina do veneno da serpente Bothrops jararacussu. 2002. Tese de Doutorado - Universidade Estadual de Campinas. Instituto de Biologia.

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