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Fitoquímica, quimiossistemática e busca de compostos de partida para novas drogas antichagásicas: estudo de espécies do gênero Hortia (Rutaceae)

Processo: 01/01011-9
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Doutorado
Vigência (Início): 01 de maio de 2001
Vigência (Término): 30 de abril de 2005
Área do conhecimento:Ciências Exatas e da Terra - Química - Química Orgânica
Pesquisador responsável:Maria Fátima das Graças Fernandes da Silva
Beneficiário:Patrícia Aparecida de Campos Braga
Instituição-sede: Centro de Ciências Exatas e de Tecnologia (CCET). Universidade Federal de São Carlos (UFSCAR). São Carlos , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:98/14138-2 - Center for Structural Molecular Biotechnology, AP.CEPID
Assunto(s):Fitoquímica   Tripanossomicidas   Rutaceae   Hortia   Trypanosoma cruzi

Resumo

No presente projeto propõe-se o estudo de algumas espécies de Hortia. Os dados fitoquímicos atuais deste gênero não são suficientes para esclarecer o seu posicionamento quimiotaxonômico. A proposta de Silva et alii para a reclassificação de Hortia em Cusparieae, necessita de dados mais confiáveis. A presença de apenas um limonóide com o esqueleto de uma complexidade não encontrada na família como um todo, sugere que muitos outros devem ser sintetizados pelo gênero. Portanto, é essencial uma avaliação de várias espécies de Hortia para confirmar ou não a presença dos compostos mais característicos de Cusparieae. Assim, com o objetivo de encontrar metabólitos que possam ser usados para uma classificação definitiva deste gênero, as espécies H. arbórea, H. excelsa, H. longifolia e H. brasiliana consistirão os materiais de estudo deste trabalho. Um segundo objetivo será o isolamento de substâncias com atividade inibidora da enzima GAPDH do Trypanosoma cruzi. A cumarina chalepina parece possuir as exigências estruturais para inibir a GAPDH-Tc. Em estudos anteriores foram isolados de H. arbórea três derivados de cumarinas C-3 substituídas, entre elas a própria chalepina. As outras duas nunca foram ensaiadas frente à GAPDH-Tc. Inicialmente será feito o estudo de H. brasiliana, já que há citação de apenas um alcalóide para esta espécie. Em função das observações acima, a segunda espécie a ser estudada será H. arbórea, seguida de H. excelsa e H. longifolia. (AU)

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